- O Ministério da Saúde lançou o Guia de Referência Técnico – Plano Nacional para Unidades de Saúde Resilientes a Eventos Extremos, incorporado ao Novo PAC Saúde, com diretrizes por Zona Bioclimática.
- O guia orienta UBS, CAPS, CER, UPA e hospitais a serem construídos ou adaptados para funcionar durante eventos climáticos extremos, conforme as zonas bioclimáticas do Brasil.
- O material faz parte do AdaptaSUS e está alinhado ao Plano de Ação em Saúde de Belém, apresentado na COP-30, fortalecendo a resiliência do SUS.
- As obras do Novo PAC Saúde passam a seguir padrões de resiliência, com apoio técnico a estados e municípios, soluções construtivas padronizadas e foco em autonomia de energia e proteção contra inundações.
- A adaptação é regionalizada, levando em conta o zoneamento bioclimático: Sul (regiões frias) prioriza proteção contra granizo; Norte/Nordeste (quentes e úmidas) prioriza drenagem e ventilação.
O Ministério da Saúde lançou um Guia de Referência Técnico – Plano Nacional para Unidades de Saúde Resilientes a Eventos Extremos. O objetivo é manter UBS, CAPS, CER, UPA e hospitais funcionando durante eventos climáticos, conforme zonas bioclimáticas.
O material integra o Novo PAC Saúde e faz parte do AdaptaSUS, orientando adaptação da infraestrutura à mudança climática. A iniciativa acompanha as diretrizes da COP30 e o Plano de Ação em Saúde de Belém.
A ideia é padronizar soluções construtivas, com foco em proteção contra inundações, autonomia energética e resistência a ventos fortes. O guia também prevê assistência técnica para estados e municípios.
A publicação altera o planejamento de obras de saúde no Novo PAC, impondo diretrizes mínimas de resiliência. Serão adotadas soluções de drenagem, energia própria e reforço estrutural conforme a zona bioclimática.
No apoio técnico, equipes do Ministério atuarão desde a concepção até a execução das obras, assegurando aderência às diretrizes. A norma visa reduzir paralisações em emergências e desastres.
Além disso, há padronização de soluções, com financiamento atrelado a indicadores de resiliência. Projetos de referência já previam estruturas mais sólidas e uso racional de água.
Adaptação Regionalizada
O Guia utiliza o Zoneamento Bioclimático Brasileiro para aplicar soluções por região. Sul receberá foco em granizo, vendavais e isolamento térmico. Norte/Nordeste priorizam drenagem e ventilação para áreas de cheia.
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