- Heather Jones, hoje com 33 anos, afirmou que tinha 17 quando o sacerdote Robert Sullivan ofereceu apoio financeiro em troca de sexo e companhia; Sullivan pediu dispensa do sacerdócio.
- Jones disse que, apesar de falar publicamente, não há vencedor na situação e busca cura, responsabilização e proteção para pessoas que já foram prejudicadas; recebeu apoio de outras mulheres.
- Sullivan, de 61 anos, era pastor da Our Lady of Sorrows, em Homewood, Alabama; autoridades vaticanas investigaram supostas doações e pagamentos, sem vínculo com fundos da igreja, e ele permaneceu no cargo até pedir dispensa.
- Jones relatou ter crescido em acolhimento institucional, passado por depressão e dificuldades, e ter trabalhado como dançarina exótica antes de conhecer Sullivan, que a teria manipulado por anos em cidades da região.
- Em meio aos relatos, Jones foi acusada de crime de infração administrativa por suposta ação judicial em nome de um homem; julgamento inicialmente marcado para 28 de janeiro.
Heather Jones, agora com 33 anos, tornou pública a acusação contra o ex-pároco Robert Sullivan, que deixou o sacerdócio após as denúncias, em Alabama. A denúncia envolve suposto pagamento a troca de encontros sexuais quando Jones tinha 17 anos e envolve a igreja Our Lady of Sorrows, em Homewood. O caso ganhou: a igreja informou que Sullivan pediu dispensa ao Papa e foi concedida.
Os relatos de Jones indicam que houve apoio financeiro contínuo, viagens e encontros em hotéis, sob a justificativa de manter a relação privada. Ela afirma que o que começou como uma relação tornou-se um padrão de conduta predatória, ainda que tenha lutado com depressão e dificuldades na juventude.
Segundo fontes, o Vaticano abriu apuração sobre doações e pagamentos alegados, mas sem vínculo com fundos da igreja. Em território norte-americano, autoridades locais investigaram as acusações de financiamento e o envolvimento de Sullivan com famílias da paróquia. A conclusão inicial apontou ausência de conexão com fundos da Diocese.
No desfecho administrativo, Sullivan solicitou dispensa do sacerdócio e teve o pedido concedido em 22 de novembro. Enquanto isso, Jones enfrenta uma acusação criminal relacionada a uma ação movida em seu nome, com julgamento previsto inicialmente para 28 de janeiro.
Jones descreve, em comunicado, sentimentos conflitantes e o desejo de cura e proteção para eventuais vítimas. Ela rememora o passado de foster care, a depressão e o apoio de outras mulheres que também relataram experiências com Sullivan.
A defesa da jovem aponta que o caso não pretende desmerecer outras denúncias, apenas informar fatos verificáveis. A Polícia e o Ministério Público da região norte de Birmingham continuam acompanhando o andamento processual e o desdobramento das investigações.
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