- No domingo pela manhã, foram roubadas oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Candido Portinari da exposição “Do livro ao museu” na Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo.
- Dois suspeitos participaram da ação: um deles estava armado e rendeu um segurança e uma funcionária; o segundo foi ao local das gravuras para pegar as obras.
- Eles fugiram em direção ao metrô Anhangabaú; a Polícia Militar foi acionada por volta das onze horas.
- O caso foi registrado no terceiro distrito policial (3º DP) dos Campos Elíseos; a perícia está em andamento.
- A Secretaria de Cultura informou que as obras tinham seguro vigente, havia vigilância e câmeras; a Guarda Civil Metropolitana reforçou a segurança na biblioteca.
A dupla ação ocorreu na manhã de domingo na Biblioteca Mário de Andrade, no centro de São Paulo. Dois suspeitos teriam participado do roubo: um deles estava armado e rendeu um segurança e uma funcionária, enquanto o segundo se dirigiu ao espaço onde estavam as gravuras. As obras foram levadas em direção ao entorno do metrô.
Segundo a Polícia Militar, as gravuras somaram oito de Matisse e cinco de Portinari, pertencentes à obra Menino de Engenho, que integrava a exposição Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade. Ninguém ficou ferido durante a ação, que teve início na manhã e mobilizou equipes da segurança pública.
A ocorrência foi registrada no 3º Distrito Policial, nos Campos Elíseos, e a perícia permanece em andamento. A Secretaria de Cultura informou que as obras contam com seguro vigente e que a biblioteca possui vigia e câmeras de segurança. O reforço de proteção foi ampliado pela Guarda Civil Metropolitana.
Desdobramentos
- A Polícia Militar foi acionada por volta das 11h para atender à ocorrência e acompanhar a fuga dos suspeitos em direção ao metrô Anhangabaú.
- A Secretaria de Cultura confirmou o andamento da perícia e a continuidade da investigação, com cooperação entre as forças de segurança e o museu.
- Não houve confirmação de localização das obras até o momento, mas a apólice de seguro está vigente e as câmeras continuam apurando imagens.
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