- Stacey Warnecke, 30 anos, morreu após dar à luz em casa em Melbourne, acompanhada pela doula não regulamentada Emily Lal.
- O hospital ficou sem a reserva do tipo sanguíneo dela durante tentativas de salvar a vida, em meio a hemorragia pós-parto; Warnecke havia optado por não receber cuidados de saúde durante a gravidez.
- O parto ocorreu em 29 de setembro; o bebê nasceu saudável, mas Warnecke apresentou piora rápida e foi levada de ambulância ao Frankston hospital, where não pôde ser salva.
- A inquirição está marcada para março e deve ouvir Lal, paramédicos e profissionais de saúde; Lal se recusou a falar às autoridades e limpou extensivamente a casa após o parto.
- A Comissão de Queixas de Saúde investiga Lal por facilitar partos domiciliares potencialmente arriscados; Warnecke não buscou ultrassom ou consultas médicas durante a gestação.
Stacey Warnecke, 30, morreu após dar à luz em casa, acompanhada por uma doula não regulamentada, Emily Lal, em Melbourne. O parto ocorreu na residência da família no dia 29 de setembro. A enfermeira de plantão não conseguiu evitar a hemorragia pós-parto, e o hospital ficou sem reserva de o tipo sanguíneo utilizado na tentativa de salvá-la. O caso será alvo de inquérito no tribunal do coroner.
Parcerias de assistência não forem claras: a família estava com o marido, Nathan Warnecke, e Lal durante o parto. Ambulâncias foram acionadas por volta das 4h30. Paramedicos encontraram Warnecke com pele amarelada e dificuldades respiratórias, perto da piscina de parto. Ela foi levada ao hospital Frankston, mas não resistiu. A hipótese é de complicações por hemorragia pós-parto.
O hospital informou que esgotou completamente o sangue do tipo da paciente durante as tentativas de salvar a vida. A polícia recebeu o relato da morte, e Nathan Warnecke prestou depoimento; Lal recusou-se a falar às autoridades. Ao receber a visita policial no dia seguinte, as autoridades encontraram a casa limpo de forma extensa pela doula.
Warnecke optou por não receber cuidados de saúde durante a gravidez, incluindo recusas a ultrassons e atendimento de parteira ou obstetra. Ela desejava um parto em casa e contratou Lal, que se apresenta também como mantenedora de parto livre nas redes sociais. O evento é parte de uma linha de investigação que analisa o que envolve partos em casa sem assistência médica.
Investigação em curso e próximos desdobramentos
A Comissão de Queixas de Saúde abriu apuração sobre Lal por facilitar partos domiciliares potencialmente arriscados. Os investigadores devem ouvir Lal, paramédicos e profissionais de saúde que atenderam Warnecke. O inquérito voltará ao tribunal no mês de março para novas diretrizes.
Parentes, amigos e o público devem permanecer atentos aos próximos relatos oficiais. A origem das decisões de Warnecke sobre o sistema de saúde e o impacto de políticas pós-Covid serão examinados em novas audiências. A imprensa acompanhará os próximos depoimentos e resultados oficiais.
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