- Amelia Vanderhorst, 20 anos, de Mount Gambier, foi acusada de danificar a escultura Cast in Blue ao colar olhos de borracha em 13 de setembro, com dano estimado em menos de 2,5 mil ares.
- O caso foi adiado para janeiro, e Vanderhorst não comentou à imprensa fora do tribunal.
- Houve uma segunda tentativa de vandalismo capturada por CCTV, e a cobertura internacional aumentou o debate sobre “googly eye stunts” em espaços públicos.
- A prefeitura afirmou que esse dano a uma obra pública valorizada é inadequado e caro, não sendo diversão inofensiva.
- Caso seja considerada culpada, pode ser a primeira vez que uma ação com olhos de borracha receba punição, em meio a registros anteriores de incidentes semelhantes em outras cidades.
Amelia Vanderhorst, 20, de Mount Gambier, é acusada de danificar a escultura Cast in Blue ao colar olhos de borracha na obra em 13 de setembro. O dano foi avaliado em menos de 2.500,00. A prefeitura classifica o episódio como vandalismo contra obra pública valorizada.
O caso tramita no tribunal local, com Vanderhorst sem declarações à imprensa fora do ambiente judicial. Nesta semana, a justiça adiou a audiência para janeiro, mantendo a jovem sem exame de defesa até lá.
Detalhes do fato e desdobramentos
Segundo documentos oficiais, a policial indica que a autoría agiu com ciência de que não tinha autorização para alterar a peça, causando dano ao patrimônio. A prefeitura reiterou que a situação não é divertimento inofensivo e reforçou o custo da reparação.
Houve, ainda, uma segunda tentativa de vandalismo capturada por câmeras de vigilância, segundo a imprensa local. O episódio ampliou o debate sobre práticas de vandalismo com googly eyes em espaços públicos e sua repercussão global.
A cobertura internacional acompanhou o caso, com veículos de diversos países destacando o uso de olhos de borracha em obras públicas. Em Mount Gambier, familiares e moradores já haviam se manifestado sobre a importância da integridade da arte pública.
O prefeito de Mount Gambier, Lynette Martin, afirmou que danos deliberados a patrimônio público não são aceitáveis e citou custos de restauração. Vanderhorst não comentou o caso ao deixar o prédio do tribunal.
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