- Sandie Peggie, enfermeira de Fife, foi suspensa depois de reclamar do compartilhamento de vestiário feminino com uma médica trans; o tribunal considerou que houve assédio pela NHS Fife, mas rejeitou outras alegações.
- A profissional tem mais de trinta anos na carreira e pretende recorrer da decisão, em uma apelação que envolve quatro ações contra a NHS Fife, a gestão e médicos seniores, além do Royal College of Nursing.
- Peggie anunciou que a apelação será preparada, em meio a pedidos de apoio público durante coletiva em Dundee, onde reforçou não desistir da luta.
- O tribunal emitiu um certificado de correção para erros na decisão, incluindo alterações que afetam referência ao caso Forstater, que trata de direitos de pessoas trans e expressão de gênero.
- Críticos e a advogada de Peggie destacaram problemas na decisão, incluindo interpretações questionadas, enquanto a defesa afirma que o veredito impõe aos empregadores decisões sobre espaçosSingle-sex com base na aparência física de funcionários transgêneros.
Sandie Peggie, enfermeira de Fife, foi suspensa após reclamar da possibilidade de compartilhar vestiários femininos com uma médica trans. O caso chegou a um tribunal trabalhista, que concluiu que houve assédio por parte do NHS Fife, mas rejeitou outras alegações. Peggie atua há mais de 30 anos na área.
O tribunal, sob a condução do juiz Sandy Kemp, também extinguiu a reclamação de Peggie contra a médica Beth Upton, tida como crédita de ser mais confiável pelo colegiado. A decisão ocorreu após um longo processo com várias acusações entre as partes.
Peggie afirmou aos apoiadores, reunidos em Dundee, que não desistiria da luta. A ação envolve quatro acusações, incluindo ações contra a gestão do NHS Fife, médicos seniores e o Royal College of Nursing, que é o sindicato. A defesa nega falhas de suporte.
Certificado de correção e novo apelo
Na quinta-feira, o tribunal emitiu um certificado de correção, reconhecendo erros na decisão, incluindo mudanças na referência ao caso Maya Forstater. A família, amigos e apoiadores relatam preocupações com citações que teriam distorcido o caso.
A advogada Margaret Gribbon disse que o recurso já está em curso, com partes da decisão consideradas problemáticas. A defesa aponta que a sentença impõe responsabilidades excessivas às funcionárias para questionar espaços de uso único, o que não condiz com a prática industrial.
A cliente afirmou, por meio de leitura de seu comunicado, que não é ativista e que não tinha conhecimento prévio do termo gender-critical. Ela reiterou que não aceitava que mulheres dessem banho com homens presentes em espaços privados.
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