Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ceal Floyer, artista conceitual minimalista, morre aos 57 anos

Ceal Floyer faleceu ontem, 11 de dezembro, após longa doença, deixando legado como artista conceitual e professora influente

Ceal Floyer Photo: © Hugo Glendinning
0:00
Carregando...
0:00
  • Ceal Floyer morreu no dia 11 de dezembro, após uma longa doença, segundo comunicado das galerias Lisson e Esther Schipper.
  • Foi reconhecida desde os anos noventa pela estética minimalista e conceitual, com obras que brincavam com objetos do cotidiano, como Light Switch e Nail Biting Performance.
  • Nasceu em Paquistão em 1968, cresceu na Inglaterra e estabeleceu residência em Berlim no final dos anos noventa; estudou na Goldsmiths e lecionou na HFBK Hamburg entre 2014 e 2017.
  • Recebeu prêmios importantes, como o Preis der Nationalgalerie für junge Kunst (2007) e o Nam June Paik Art Center Prize (2009).
  • Participou de grandes bienais e exposições, incluindo Documenta 13 (2012), Manifesta 11 (2016) e a Bienal de Veneza (2009; 53ª edição); suas obras integram museus como MoMA, Tate, Neue Nationalgalerie e Kunstmuseum Basel.

Ceal Floyer morreu em 11 de dezembro, após uma longa luta contra a doença, segundo comunicado das galerias Lisson e Esther Schipper. A artista nasceu no Paquistão em 1968, cresceu na Inglaterra e viveu em Berlim desde o fim dos anos 1990.

Floyer ficou conhecida nos anos 1990 pela estética minimalista e conceitual, que explorava escala, linguagem e significado. Entre suas obras estão Light Switch (1992–99), na Tate, e Nail Biting Performance (2001), em que mordeu as unhas em um microfone.

Formada na Goldsmiths College, Londres, Floyer atuou como professora visitante na escultura da HFBK Hamburg entre 2014 e 2017. A instituição destacou sua importância como inspiração para estudantes e docentes.

Ao longo da carreira, recebeu prêmios como o Preis der Nationalgalerie für junge Kunst (2007) e o Nam June Paik Art Center Prize (2009). Participou de grandes bienais e exposições, como Manifesta 11 (2016), Documenta 13 (2012) e a Bienal de Veneza (2009).

Sua obra está presente em importantes acervos, incluindo o MoMA, Nova York; Neue Nationalgalerie, Berlim; Kunstmuseum Basel; Musée d’Art Moderne de Paris; Museo Jumex, Cidade do México; National Gallery of Victoria, Melbourne; e Toyota Municipal Museum, em Tóquio.

Legado

Floyer é lembrada por suas instalações e filmes conceituais que dialogavam com objetos do cotidiano. Seu approach influenciou gerações de artistas e pesquisadores, consolidando-a como referência na cena contemporânea.

Sua trajetória abrange educação, ensino e prática artística, deixando um corpo de obras que continuam a ser debatidas em museus e instituições ao redor do mundo. As galerias ressaltam que seu trabalho permanecerá vivo nas coleções internacionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais