Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Serial killer foge de segurança máxima e está foragido há 60 horas no TO

Fuga de presídio de segurança máxima no Tocantins deixa foragidos com alto risco; Renan Barros da Silva e Gildásio Assunção somam mais de sessenta horas foragidos

Renan Barros da Silva, de 26 e Gildásio Silva Assunção, de 47 anos • SSP/TO
0:00
Carregando...
0:00
  • Renan Barros da Silva, de 26 anos, condenado a 72 anos, fugiu do presídio de Cariri com um comparsa na última quinta-feira (25) após serrar grades e escalar alambrado usando uma teresa (corda de lençóis).
  • A fuga ocorreu da Unidade de Tratamento Penal de Cariri, no sul do Tocantins, e os dois ocupantes são apontados como integrantes do PCC e de alta periculosidade.
  • Renan já é investigado por ao menos seis homicídios, com ataques anteriores em Araguaína (TO) em 2020 e 2021, incluindo execuções na cabeça com pistola calibre 380 e corpos ocultos em matagal.
  • Além dos homicídios, ele teria se envolvido em crimes patrimoniais, atuando entre Pará, Maranhão e Tocantins com arrombamentos de lojas e furtos de cofres que rendiam até R$ 100 mil por ação.
  • Policiais civis e militares trabalham na região sul do Tocantins, com alerta de alta periculosidade para os fugitivos; a população pode oferecer informações de forma anônima pelo 190, 197 ou (63) 3312-4110, com sigilo garantido.

O serial killer Renan Barros da Silva, 26 anos, fugiu de uma prisão de segurança máxima no Tocantins na última quinta-feira, 25 de dezembro. Ele deixou a Unidade de Tratamento Penal de Cariri acompanhado de um comparsa, Gildásio Silva Assunção, 47 anos. A fuga ocorreu após serrar as grades da cela e escalar o alambrado com uma corda improvisada.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), a dupla utilizou uma teresa para vencer a cerca externa. Ambos são apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e são considerados de alta periculosidade. A fuga já completa mais de 60 horas.

Detalhes da ação e perfil dos foragidos

A Polícia Civil aponta que Renan Barros da Silva possui histórico de múltiplos homicídios, com início registrando duas mortes em 2020, em Araguaína, e desfechos violentos em 2021. Em maio daquele ano, teriam ocorrido três assassinatos na mesma cidade, com corpos ocultados em matagal após remoção de veículos das vítimas.

O mesmo relatório indica que, em 2021, ele cometeu mais um homicídio em Estreito, no Maranhão. Em ações anteriores, as investigações registraram uso recorrente de pistola 380, com tiros na região da cabeça. Além dos crimes violentos, o grupo também atua em crimes patrimoniais, com arrombamentos e furtos de cofres que podem render até 100 mil reais por ação.

Força-tarefa e orientação à população

Policiais civis e militares concentram diligências na região sul do Tocantins, com alerta de alta periculosidade para ambos os foragidos. A SSP-TO solicita cautela extrema à população e pede que qualquer pista seja informada de forma anônima pelos canais 190, 197 ou pela Central de Flagrantes de Gurupi, no telefone (63) 3312-4110. O sigilo da denúncia é garantido.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais