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Memória de figuras do mundo da arte que morreram em 2025

Falecimentos de figuras da cena artística em 2025 incluem Jaune Quick-to-see-Smith, David Lynch e Koyo Kouoh, moldando legado e memória internacional

Koyo Kouoh, curator of the 2026 Venice Biennale, who died in May aged 57
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  • Em 2025, personalidades do mundo da arte faleceram, entre elas a artista e ativista Jaune Quick-to-see-Smith.
  • O cineasta e artista David Lynch também morreu em 2025, conforme a matéria.
  • O colecionador Guy Ullens, cofundador do Ullens Center for Contemporary Art, faleceu aos 90 anos em 19 de abril.
  • A curadora Koyo Kouoh, referência para a arte africana, morreu em maio, aos 57 anos.
  • O fotógrafo Sebastião Salgado, conhecido por séries como Workers e Genesis, também faleceu em 2025.

Foram registradas falecimentos relevantes no mundo da arte em 2025, incluindo artistas, curadores, colecionadores e profissionais associados. As perdas abrangem diferentes correntes, culturas e gerações, com impactos em museus, galerias e projetos independentes.

Entre as falecidas, destacam-se mudanças significativas na cena contemporânea, com perdas que abrangem América, Europa e África. O ano viu números expressivos de falecimentos de figuras que moldaram práticas, críticas e coleções.

Artistas e curadores

Jaune Quick-to-see-Smith, artista e ativista, faleceu em 2025. Sua prática atravessou pintura, escultura e arte gráfica, articulando visões sobre Americana e ortodoxias da arte moderna dos EUA. Suas obras dialogaram com símbolos nacionais e críticas culturais.

David Lynch, reconhecido por pintura, cinema e multimídia, também faleceu em 2025. O artista participou de projetos de gravura, escultura e fotografia, ampliando o alcance de suas investigações visuais e narrativas.

Mel Bochner, artista conhecido pelaSerialidade e sistemas de informação, morreu em 2025. Entre suas marcas está a obra 36 Photographs and 12 Diagrams, que organiza objetos e dados em grids, explorando lógica e linguagem.

Coleção, curadoria e patronato

Guy Ullens de Schooten, barão e patrono, morreu em 19 de abril, aos 90 anos. Cofundador do Ullens Center for Contemporary Art (UCCA) em Pequim, Ullens apoiou a produção de arte chinesa contemporânea e acumulou uma coleção de cerca de 1.500 obras.

Koyo Kouoh, curadora de destaque, faleceu em maio, aos 57 anos. Foi a primeira mulher do continente africano a curar a Bienal de Veneza e fundadora da Raw Material Company em Dakar.

Sebastião Salgado, renomado fotógrafo, deixou legado com séries como Workers, Exodus, Genesis e Amazônia. Sua obra registra situações extremas de pessoas em paisagens amplas, destacando o trabalho em Serra Pelada.

Alan Yentob, apresentador e produtor da BBC, morreu ao finalizar um programa dedicado a Jenny Saville. Durante décadas, contribuiu para a difusão de conteúdos culturais britânicos por meio de séries e documentários.

Fotografia, pintura e escultura

Joel Shapiro, escultor conhecido pelas casas em ferro fundido e estatuárias que transitam entre abstração e figuração, faleceu em 2025. Suas obras valorizam o dialogue entre peso, movimento e geometria.

Thomas Neurath, editor e empresário, liderou a Thames & Hudson, promovendo uma produção editorial de referência em artes. A editora mantém independência familiar e um catálogo robusto.

Robert Wilson, artista visual com carreira extensa, escreveu e dirigiu obras para palco e criou séries de Video Portraits. Projetos recentes incluem colaborações com instituições como o Louvre.

Doris Lockhart, colecionadora ligada à cena britânica de vanguarda, morreu aos 88 anos em agosto. Ela ajudou a trazer nomes pós-guerra dos EUA aos holofotes e apoiou a geração Young British Artists.

Fotografia documental

Martin Parr, reconhecido fotógrafo britânico, faleceu em 2025. Sua prática documental destacou a identidade britânica por meio de registros deliberadamente casuais, obtidos ao longo de cinco décadas.

Observação: as informações acima consolidam eventos do ano de 2025 relacionados a personalidades que marcaram o cenário artístico global. As datas específicas variam conforme registro público das instituições de memória e imprensa especializada.

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