- Em conferência de hackers, Martha Root apagou ao vivo os servidores dos sites WhiteDate, WhiteChild e WhiteDeal durante o Chaos Communication Congress, em Hamburgo.
- Root também publicou dados de usuários, incluindo fotos e outras informações, mas manteve emails e senhas em segredo por ora.
- Os sites eram voltados a encontros entre pessoas de mesma raça, doações racistas e um mercado de trabalho racista, com maioria de usuários homens.
- Os administradores dos sites chegaram a classificar a ação como cyberterrorismo.
- Root apontou a desigualdade de gênero entre usuários, citando uma referência irônica aos Smurfs.
Em uma conferência de hackers, realizada no Chaos Communication Congress em Hamburg, a hacker desconhecida Martha Root apagou os servidores de sites supremacistas ao vivo, durante a apresentação. A ação ocorreu diante de público presente no evento.
Root também publicou dados de usuários de três sites racistas, incluindo imagens de perfil e informações disponíveis. Emails, senhas e conversas privadas foram mantidos em segredo por ora, segundo a hacker.
Os sites WhiteDate, WhiteChild e WhiteDeal tinham funções de casamento, doações e mercado de trabalho racistas, com maioria de usuários homens. Administradores dos sites descreveram a exclusão como cyberterrorismo.
Contexto dos sites racistas
Os serviços eram utilizados para relacionamentos entre pessoas de mesma raça, doações com enviesamento e recrutamento de mão de obra com critérios raciais. Segundo a administração, a maioria dos usuários era masculina, o que reforçou o foco de exclusão.
Publicação de dados
A divulgação incluiu informações públicas dos perfis, mas não houve acesso imediato a conteúdos confidenciais. A ação expôs como parte do conteúdo disponível, sem detalhar consequências legais ou investigações em curso.
Reação e próximos passos
Não houve conforme o material fornecido, informações sobre investigações ou desdobramentos oficiais. A campanha destacou a atuação de hackers como forma de protesto contra plataformas extremistas.
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