- Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos emocionais em 2024, segundo o Ministério da Previdência Social, com ansiedade, depressão e estresse crônico entre as principais causas.
- O tema deixou de ser problema individual e passou a impactar rotinas, custos e gestão de pessoas nas empresas.
- A Organização Mundial da Saúde aponta perda de cerca de 12 bilhões de dias úteis por ano por ansiedade e depressão no mundo, com custo global estimado em US$ 1 trilhão.
- Tecnologia passa a apoiar decisões de RH, integrando dados médicos, históricos de afastamento e informações ocupacionais para mapear áreas de maior risco emocional.
- A Vixting incluiu na plataforma um módulo voltado à NR-1, com foco no mapeamento de riscos psicossociais, ampliando ações preventivas e a atuação sobre saúde mental no trabalho.
O Brasil registrou mais de 470 mil afastamentos por transtornos emocionais em 2024, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Ansiedade, depressão e estresse crônico foram as principais causas, ampliando o tema para gestão de pessoas e custos.
O debate sobre saúde mental ganhou espaço no ambiente corporativo, com impactos diretos na operação, produtividade e rotinas. Empresas passam a adotar práticas de prevenção e gestão de riscos psicossociais como parte da rotina.
No setor de tecnologia, ferramentas digitais passam a apoiar decisões de RH, integrando dados médicos e históricos de afastamento. Um módulo NR-1 para mapeamento de riscos psicossociais já está em uso.
NR-1 e prevenção no RH
A plataforma desenvolveu um módulo específico para atender a NR-1, com foco na identificação de sobrecarga de trabalho, pressão e sinais de estresse. A ideia é antecipar problemas antes do afastamento.
Segundo especialistas, a gestão de pessoas ganha fôlego com indicadores de faltas, tempo de retorno e rotatividade. A prática permite ações preventivas, revisão de rotinas e orientação de lideranças.
Janeiro Branco reserva espaço estratégico
O Janeiro Branco passa a ser agenda estratégica para saúde mental no trabalho, estimulando ações contínuas em vez de campanhas isoladas. Empresas devem ampliar investimentos em prevenção e bem-estar.
As consequências da saúde mental no ambiente corporativo já são comprovadas por impactos na produtividade e nos custos operacionais. A ênfase é manter trabalhadores saudáveis e responsáveis.
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