- O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa informou ter recebido, na sexta-feira, dia dois, um passaporte atribuído a Eliza Samudio.
- O irmão de Eliza, Arlie Moura, afirmou à CNN Brasil que os dados pessoais no documento — filiação, data de nascimento e nome completo — são compatíveis com os da atriz, though sem confirmação oficial.
- O consulado aguarda posicionamento do Itamaraty para definir a destinação do passaporte.
- Segundo o Portal Leo Dias, o passaporte foi encontrado em um imóvel em Portugal no fim de 2025, deixado em um apartamento alugado.
- Eliza Samudio desapareceu em 2010; o goleiro Bruno Fernandes de Souza foi condenado a vinte anos de prisão pelo crime.
O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou que recebeu um passaporte atribuído a Eliza Samudio, atriz e modelo paranaense morta em 2010. O recebimento ocorreu na sexta-feira, 2 de novembro, e foi divulgado nesta terça-feira, 6.
O passaporte teria sido encontrado em Portugal, em um imóvel anteriormente alugado, segundo o Portal Leo Dias. O documento foi localizado entre livros, em uma estante, em um apartamento de aluguel.
O consulado informou que aguarda posição do Itamaraty para definir a destinação do documento.
Detalhes do achado
À CNN Brasil, o irmão de Eliza, Arlie Moura, de 27 anos, afirmou que os dados pessoais no passaporte batem com os da atriz, incluindo filiação, data de nascimento e nome completo. Ele ressaltou que ainda não houve confirmação oficial das autoridades.
Arlie afirmou ter recebido a informação pelas informações da imprensa e que está acompanhando o caso, sem falar com a mãe. Disse que, até o momento, não pode confirmar a autenticidade do documento.
Contexto do caso
Eliza Samudio desapareceu em 4 de junho de 2010, aos 25 anos, após anunciar viagem. Ela manteve relacionamento com Bruno Fernandes de Souza, o goleiro Bruno, na época jogador do Flamengo. Eliza revelou gravidez, o que gerou desentendimentos públicos.
O bebê do casal, Bruninho, nasceu em fevereiro de 2010. Eliza desapareceu meses depois e não foram encontrados restos mortais. Bruno foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime, em processo que envolveu diversas versões sobre o que ocorreu.
O Itamaraty ainda não se posicionou sobre o destino do passaporte e nem sobre a autenticidade formal do documento. As autoridades brasileiras mantêm acompanhamento do caso.
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