- Corpo encontrado na manhã de domingo, na região de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo, seria do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos.
- Fabrício estava desaparecido desde quarta-feira, após se envolver em uma discussão com um homem ligado ao tráfico na zona sul de São Paulo.
- O veículo dele, um Ford Ka, foi encontrado carbonizado na quinta-feira, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana.
- O proprietário do sítio onde o corpo foi localizado foi preso temporariamente; mais três pessoas também foram presas por suspeita de envolvimento no desaparecimento.
- Segundo depoimento, houve abordagem por parte de um grupo ligado ao tráfico, com a retirada de dois revólveres do policial; o ocorrência envolve menção a um chamado “tribunal do crime” e a figura conhecida como “Gato Preto”.
Um corpo encontrado na manhã deste domingo na região de Embu-Guaçu, Grande São Paulo, seria do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos. Ele estava desaparecido desde quarta-feira, após se envolver em uma discussão com um homem ligado ao tráfico.
Segundo a Polícia, o corpo foi localizado em área de mata de um sítio e passará por perícia para confirmação da identificação. O proprietário do sítio foi preso temporariamente. Outras três pessoas também foram presas sob suspeita de envolvimento no caso.
Na quinta-feira, o Ford Ka de Fabrício foi encontrado carbonizado na Rua Richard Arnold Beck, em Itapecerica da Serra. A apuração aponta que ele teria sido levado a um local conhecido como “tribunal do crime” após a desavença com o traficante.
Desaparecimento e apurações iniciais
A investigação aponta que o policial, que estava de férias, teve a desavença na Avenida dos Funcionários Públicos, na zona sul de São Paulo. Horas depois, ele se encontrou com o mesmo homem em uma adega da região, segundo apuração da Secretaria da Segurança Pública.
Depoimentos indicam que o grupo abordou Fabrício, questionou se ele portava arma e retirou dois revólveres do PM. Relato registra que Fabrício foi levado a uma área estreita, onde ficou cerca de duas horas sob interrogatório.
Relato descreve que um dos envolvidos afirmou que Fabrício seria morto. Ao ser liberado, o depoimento aponta que o veículo de Fabrício não estava mais no local. A investigação continua em andamento para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e a possível morte.
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