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Mulher é acusada de criar GoFundMe fingindo ser pai da vítima de enchente no Texas

Mulher da Flórida é acusada de se passar pelo pai de vítima de Camp Mystic para angariar doações via GoFundMe criada dias após a morte

A painted broken heart is seen near Camp Mystic along the Guadalupe River in Hunt, Texas, on 8 July 2025.
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  • Mulher da Flórida, Maitlin Paige White, de 28 anos, é acusada de se passar pelo pai de Chloe Childress, vítima do Camp Mystic, Texas.
  • White criou uma página no GoFundMe em 8 de julho, usando o nome de Matthew Childress e a foto da filha sem autorização.
  • A criança falecida, Chloe Childress, tinha 18 anos e trabalhava como assessora no acampamento; a tragédia deixou 27 mortos.
  • Investigadores encontraram outra página de arrecadação no Spotfund vinculada ao pai fictício; os registros mostram que as contas foram criadas no mesmo dia.
  • A GoFundMe informou que removing a campanha, devolveu doações e bloqueou a conta; a plataforma disse ter atuação rápida para evitar abusos.

Maitlin Paige White, de 28 anos, de Crestview, Flórida, foi acusada de se passar pelo pai enlutado de uma adolescente falecida em julho no Texas para captar doações online. A vítima, Chloe Childress, tinha 18 anos e trabalhava como conselheira no Camp Mystic, no condado de Kerr.

Segundo registros judiciais, White criou uma página no GoFundMe em 8 de julho, quatro dias após a morte de Chloe, usando o nome de Childress e uma foto da filha sem consentimento. A campanha pedia doações para a família para enfrentar as consequências das inundações que ceifaram a vida de 27 campistas e funcionários.

No dia 10 de julho, Chloe alertou as autoridades sobre a página de arrecadação. Investigadores também localizaram outra conta em Spotfund, vinculada ao mesmo nome, que levantava fundos. Análises de documentos mostram que as contas foram criadas no mesmo dia e vinculadas a White, com dados como nome, telefone, e-mail e informações bancárias.

Investigações e respostas das plataformas

Ao ser contatada, White alegou ser mãe solteira de dois filhos e ter procurado uma forma rápida de ganhar dinheiro. O caso ganhou notoriedade após divulgação de autoridades locais e da plataforma GoFundMe, que afirmou ter removido a campanha, devolvido os recursos aos doadores e banido o usuário. A organização informou ainda que, em momento algum, a organização teve acesso ao total arrecadado, que era de cinco dólares.

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