Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Nova York antecipa maior greve de enfermeiros, quase 15 mil devem parar

Quase quinze mil enfermeiros cruzam os braços em Nova York, com efeitos esperados em Mount Sinai, Montefiore e NewYork-Presbyterian durante a greve

NYSNA nurses walk off the job, to go on strike at Mount Sinai hospital in New York City on 9 January 2023.
0:00
Carregando...
0:00
  • Quase 15.000 enfermeiras devem cruzar os braços em vários dos maiores hospitais de nova Iorque, em uma greve que ocorre durante a temporada de gripe.
  • As instituições atingidas incluem mount sinai (manhattan), montefiore (bronx) e newyork-presbyterian/columbia university irving, com impactos esperados nas atividades.
  • O movimento ocorre três anos após uma greve semelhante que levou pacientes a serem realocados e ambulâncias desviadas.
  • A governadora Kathy Hochul declarou estado de emergência e pediu que as partes sigam negociando para evitar riscos à população.
  • O impasse envolve carga de trabalho, limites ao uso de inteligência artificial e proteção à segurança no trabalho; hospitais afirmam ter feito avanços, enquanto o sindicato vê promessas não cumpridas.

Oito mil e trezentos? Não: quase 15 mil profissionais vão cruzar os braços nesta segunda-feira em Nova York, abrangendo os maiores hospitais da cidade. A greve ocorre durante uma temporada de gripe intensa e pode afetar serviços de instituições privadas como Mount Sinai, Montefiore e NewYork-Presbyterian/Columbia Irving.

Os sindicatos apontam crise de pessoal e trabalhistas como principal motivação. Nove hospitais grandes preparam substitutos temporários, e parte dos pacientes pode ser transferida. A paralisação é vista como o maior movimento de enfermeiros já registrado na cidade.

A convocação acontece três anos após uma greve que levou à transferência de pacientes e readequação de ambulâncias. A mobilização mobiliza cerca de 15 mil profissionais, com aprovação para a greve em votação realizada no mês anterior.

A governadora do estado, Kathy Hochul, declarou estado de emergência na sexta-feira e pediu acordo de última hora entre administração hospitalar e sindicatos. Ela ressaltou que a greve pode colocar em risco a vida de pacientes.

A disputa atual envolve, além de condições de trabalho, limites ao uso de inteligência artificial e medidas de proteção à segurança no ambiente de trabalho. Também há cobranças por melhorias salariais e de carga de trabalho.

Hospitais privadas garantem que já houve avanços desde 2023, com redução de vagas para enfermagem e contratação de centenas de profissionais a mais. Alegam, porém, que algumas exigências são onerosas.

Em Manhattan, Mount Sinai já contratou mais de 1.000 enfermeiras temporárias e preparou simulações de greve para não interromper serviços críticos. NewYork-Presbyterian também organizou substitutos para manter atendimentos.

Montefiore relatou ter reduzido tempo de atendimento na entrada de emergências para leitos clínicos, segundo carta a autoridades, destacando progresso relativo. O hospital afirma manter prioridade à continuidade de atendimentos.

Frentes de negociação apontam a necessidade de manter serviços essenciais sem interrupções graves. Enquanto isso, pacientes devem receber orientações de encaminhamentos e possíveis transferências apenas quando estritamente necessário.

Pequenos hospitais da região, incluindo várias unidades da Northwell Health, evitaram a greve com acordos ou avanços considerados suficientes pela administração. A situação permanece sob monitoramento das autoridades locais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais