- O jornalista Erlan Bastos, de 32 anos, morreu neste sábado (17) em Teresina, no Piauí, em decorrência de tuberculose peritoneal.
- Ele trabalhava na NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, apresentando o programa Bora Amapá.
- Antes da fama, Bastos viveu em situação de rua; em 2025, ao tentar a vida em São Paulo, foi assaltado e passou três meses morando na rua.
- Ele relatou que ficou próximo da ponte Cruzeiro do Sul, no rio Tietê, onde as condições na rua eram extremamente difíceis.
Erlan Bastos, 32 anos, morreu neste sábado, 17, em Teresina, no Piauí. A causa foi tuberculose peritoneal. A informação foi confirmada pela NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, onde ele apresentava o programa Bora Amapá.
O jornalista atuava na NC TV Amapá e conduzia o Bora Amapá. A emissora confirmou a morte e vai prestar homenagem aos trabalhos realizados por Bastos no estado do Amapá.
Trajetória e dificuldades
Antes da notoriedade na TV, Bastos enfrentou uma vida marcada por dificuldades e moradia na rua. A história dele inclui uma passagem recente em São Paulo, onde, ao chegar à rodoviária do Tietê em 2025, teria sido assaltado e ficado três meses morando nas ruas. Ele relatou, ainda, condições extremas de frio e vulnerabilidade próximas à Ponte Cruzeiro do Sul, às margens do Rio Tietê, com relatos de violência e fogo que dificultavam a convivência diária.
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