- A família de Eliza Samudio enviou uma carta à CNN Brasil sobre o não comparecimento de Bruno em um encontro marcado com o filho Bruninho, em Copacabana, Rio de Janeiro.
- A madrinha do garoto, Maria do Carmo Santos, afirma que Bruno teve oito dias para pensar e que o encontro aconteceria em local seguro, discreto e sem a presença da esposa dele nem da imprensa.
- A carta aponta que Bruno tentou contato com Bruninho nas redes sociais nos últimos três anos, mas o jovem resistiu; houve interesse dele em ouvir o pai sobre a história envolvendo Eliza.
- A família diz que o encontro foi pensado para proteger emocional e fisicamente o garoto e que não havia intenção de cilada ou armadilha. A 24 horas antes, Bruno ficou incomunicável.
- Os donos da carta destacam que Bruninho, com 15 anos, queria um enterro digno para a mãe, e que o encontro, caso tivesse ocorrido, não acontecerá mais. A CNN Brasil tenta ouvir a defesa de Bruno.
A família de Eliza Samudio manifestou-se por meio de uma carta sobre o não comparecimento de Bruno no encontro com o filho Bruninho. A madrinha do garoto, Maria do Carmo Santos, informou que o encontro estava marcado em um apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Segundo o conteúdo enviado à CNN Brasil, Bruno tentou contato com o filho nos últimos três anos pelas redes sociais, mas o jovem resistiu às aproximações. Ainda assim, ele teria aceitado ouvir o lado do pai sobre o caso envolvendo Eliza.
A carta afirma que a decisão de realizar o encontro foi tomada com a aprovação da madrinha e da avó de Bruninho, desde que ocorresse em local seguro, discreto e sem a presença da esposa de Bruno ou de imprensa. Bruno recebeu o convite e teve oito dias para responder; 24 horas antes, estaria incomunicável.
A família ressalta que não houve intenção de armadilha ou cilada e cobra respeito à segurança emocional e física do menino. Em trecho da carta, Maria do Carmo expressa indignação com a forma como o tema foi tratado publicamente.
Além disso, a nota destaca que Bruninho tinha interesse no encontro e que a proposta visava oferecer um enterro digno para a mãe. A madrinha sustenta que a ideia não envolvia vingança, dinheiro ou palco, mas sim um gesto humano de apoio ao garoto de 15 anos.
No encerramento, a família afirma que não há medida cautelar contra Bruno e que o encontro, inicialmente planejado, não ocorrerá mais. A CNN Brasil mantém o espaço para manifestações, sem indicar posicionamento sobre o caso.
A reportagem ressalta ainda que, conforme a carta, o planejamento foi conduzido pela madrinha para priorizar a segurança do Bruninho, sem punições ou acusações diretas. O texto reitera o pedido de respeito à imagem do garoto e à privacidade da família.
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