- O Ministério da Saúde lançou, em 19 de setembro, o primeiro módulo de Monitoramento do Desenvolvimento na Infância, vinculado ao Sistema de Atenção à Saúde Indígena.
- O objetivo é identificar precocemente agravos e doenças na infância em 34 distritos sanitários de saúde indígena do país.
- O módulo permite que equipes registrarem informações mais específicas durante atendimentos e facilita o monitoramento do crescimento e desenvolvimento infantil.
- O monitoramento inclui triagem neonatal, avaliação dos marcos do desenvolvimento neuropsicomotor, rastreio de sinais de risco para transtorno do espectro autista e identificação de vulnerabilidades, incluindo possível violência.
- Serão obrigatórios campos para registrar exames realizados logo após o nascimento (coraçãozinho, ouvidinho e pezinho) para compor o histórico de saúde das crianças.
O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (19) o primeiro módulo do Monitoramento do Desenvolvimento na Infância, ligado ao Sistema de Atenção à Saúde Indígena. A iniciativa fortalece o acompanhamento da saúde de crianças indígenas em 34 distritos sanitários.
A Sesai explica que o objetivo é identificar precocemente agravos e doenças prevalentes na infância, oferecendo dados para planejamento de ações. A medida faz parte de uma estratégia de integração e gestão de informações em saúde indígena.
O novo módulo padroniza o registro de informações durante atendimentos, permitindo que equipes multidisciplinares documentem dados de forma mais específica. A mudança amplia o monitoramento do crescimento e do desenvolvimento infantil.
O que será monitorado inclui triagem neonatal, avaliação dos marcos do desenvolvimento neuropsicomotor, rastreio de sinais de risco para TEA e identificação de vulnerabilidades, inclusive suspeitas de violência.
A Sesai definiu campos obrigatórios para assegurar preenchimento, como exames do coraçãozinho, ouvidinho e pezinho realizados logo após o nascimento. Esses dados ajudam a compor o histórico clínico da criança.
Essas informações facilitarão o acompanhamento dos profissionais que atendem as crianças no futuro, promovendo intervenções mais rápidas e embasadas em dados. A iniciativa reforça a continuidade do cuidado em saúde indígena.
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