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Plano controverso de usina solar deve ser aprovado

Projeto de parque solar de quarenta hectares recebe parecer favorável, apesar de protestos de moradores que temem impacto ambiental e uso de solo agrícola

Rows of solar panels in a field. The sun is setting in the background.
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  • Um parque solar de quarenta hectares, com potência de dezesseis megawatts, pode abastecer mais de dez mil residências por ano e está perto de ser aprovado pelo comité de planejamento do Conselho Distrital de Folkestone e Hythe.
  • O site fica na via St Mary’s Road, em frente à Marten Farm, e é atualmente utilizado para criação de gado; a área permaneceria para pastagem mesmo com as instalações.
  • Documentos de planejamento indicam que o parque solar apoiaria a diversificação da economia rural e que a land recebeu fim de 40 anos de operação, sendo devolvida ao estado atual ou melhor.
  • Mais de oitenta moradores enviaram carta ao FHDC contra o projeto, destacando prejuízos ao paisaje de Romney Marsh, à fauna e à qualidade do solo em terras agrícolas.
  • A equipe de planejamento do FHDC considerou a decisão “finamente equilibrada”, enfatizando que a perda de termos agrícolas era compensada pela geração de energia limpa; a administração destacou que a proposta traria benefícios ao ambiente local e à comunidade.

O plano de uma fazenda solar de 40 hectares, com 16 megawatts de capacidade, deve ser aprovado pela comissão de planejamento do FHDC. O projeto, equivalente a 55 campos de futebol, é ligado àилка energia para mais de 10 mil residências por ano. A decisão acontece durante reunião prevista para a noite de terça-feira. Local do empreendimento é a via St Mary’s Road, em frente à Marten Farm, no município de Folkestone e Hythe, no Reino Unido. A motivação apresentada envolve fortalecimento da economia rural e diversificação da atividade agrícola.

O terreno, hoje utilizado para atividade agropecuária e ainda destinado à pastagem, continuaria com uso de pastagem mesmo com a instalação dos painéis. Documentos oficiais destacam a diversificação econômica como benefício. Também asseguram que, após 40 anos de operação, a área será devolvida às condições atuais ou melhores, com decomissionamento previsto no acordo.

Mais de 80 moradores apresentaram oposição ao projeto, citando impactos ambientais, perda de habitat e qualidade do solo. O relatório de planejamento do FHDC aponta que a decisão é equilibrada, reconhecendo que a terra não é a mais estratégica para a agricultura, mas enfatiza o ganho de energia limpa. A empresa Environmena destaca que o manejo incluirá restauração de habitats, plantio nativo, meadows floridos e monitoramento ecológico para minimizar impactos.

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