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Homem em Toronto finge ser piloto para obter voos gratuitos, dizem autoridades

Homem de Toronto fingiu ser piloto por anos para obter centenas de voos gratuitos; acusado de fraude eletrônica nos EUA

A figure at Toronto Pearson international airport. Dallas Pokornik was reportedly a flight attendant for a Toronto-based airline between 2017 and 2019.
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  • Dallas Pokornik, de 33 anos, de Toronto, foi acusado de fraude eletrônica no Havaí por supostamente obter centenas de passagens gratuitas de três grandes companhias aéreas americanas ao longo de quatro anos.
  • Segundo documentos, ele atuou como comissário de bordo entre 2017 e 2019 e usou um crachá de funcionário para conseguir bilhetes, sabendo que era fraudulento na prática.
  • Em uma ocasião, teria pedido um jumpseat no cockpit, mesmo não sendo piloto nem possuindo certificado de piloto.
  • O caso envolve três grandes companhias aéreas dos EUA; a Porter, com base em Toronto, afirmou não conseguir verificar as informações.
  • Pokornik foi indiciado em dois de outubro, preso no Panamá e extraditado para os Estados Unidos;, conforme o Departamento de Justiça, ele pode pegar até US$ 250.000 em multa e até vinte anos de prisão.

Dallas Pokornik, de 33 anos, de Toronto, foi acusado de fraude eletrônica por supostamente se passar por piloto e conseguir centenas de passagens aéreas gratuitas ao longo de quatro anos.

Segundo as autoridades, Pokornik usou um crachá de funcionário de uma empresa de aviação para obter bilhetes, embora soubesse que o documento era fraudulento. Ele não era piloto nem possuía certificado de aeronavegante.

A história envolve três companhias aéreas dos EUA, que teriam sido enganadas por repetidos pedidos de passagens, com Pokornik chegando a solicitar um jumpseat no cockpit em uma ocasião, mesmo sem autorização.

Pokornik foi indiciado em 2 de outubro, preso no Panamá e extraditado para os Estados Unidos. A investigação envolve o Departamento de Segurança Interna e a Justiça, com apoio dos Tribunais dos EUA.

Caso seja condenado, ele pode pegar até 20 anos de prisão e pagar multa de até US$ 250 mil. As autoridades não divulgaram quais são as companhias envolvidas nem detalhes adicionais sobre o caso.

Investigação e próximos passos

As autoridades reforçam que o esquema dependia de documentos de funcionário para a validação de acesso a benefícios de viagens. A Justiça federal ainda não confirmou novas informações sobre o andamento do processo.

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