- PF prendeu, na última quarta-feira, um homem de 34 anos suspeito de abusos sexuais em série contra crianças, atuando como presbítero em uma igreja da região do Sol Nascente, no Distrito Federal.
- Segundo as investigações, os abusos ocorreram entre 2015 e 2017, quando uma das enteadas tinha seis anos; a vítima revelou o caso em dois mil e vinte e dois, levando a condenação a trinta e dois anos de prisão.
- Entre dois mil e vinte e dois e dois mil e vinte e cinco, o suspeito passou a abusar de uma segunda enteada, também com seis anos, durante um novo relacionamento.
- A polícia apura que o homem utilizava a posição de autoridade para abusar de outras três meninas, com idades em torno de doze anos, dentro da igreja que frequentava.
- Além da pena já recebida, ele responderá pelos novos inquéritos abertos e pela prisão ocorrida nesta semana.
Na última quarta-feira, 21, a Polícia Federal do Distrito Federal prendeu um homem de 34 anos suspeito de abusos sexuais em série contra crianças. O acusado atuava como presbítero em uma igreja da região do Sol Nascente, próximo a Brasília. A prisão ocorreu no contexto de investigações já em curso.
Segundo as investigações, os crimes aconteceram entre 2015 e 2017, quando uma das enteadas tinha apenas 6 anos. A comoção das vítimas levou à condenação dele a 32 anos de prisão neste caso. Os agentes apontam que o suspeito buscava ficar a sós com as crianças, aproveitando momentos em que a companheira dormia.
Entre 2022 e 2025, o investigado passou a abusar de uma segunda enteada, também com 6 anos, durante novo relacionamento. Além disso, a DPCA aponta que ele teria abusado de outras três meninas, com idades em torno de 12 anos, dentro da igreja que frequentava.
Investigações
A prisão desta semana foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente do Distrito Federal (DPCA). O homem já respondia, em 2022, a um novo processo relacionado ao caso da primeira enteada, mas conseguiu liberdade provisória antes de ser detido novamente.
Além da condenação já registrada, o acusado deverá responder pelos novos inquéritos instaurados, permanecendo à disposição da Justiça. As autoridades destacam o uso da posição de autoridade religiosa como elemento de vulneração das vítimas.
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