- Polícia Civil de São Paulo investiga a denúncia de que Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, teriam sido vistos em um hotel no bairro República, no centro da capital, na tarde de sábado, dia 24.
- Os irmãos desaparecem no início deste mês, após saírem para brincar em Bacabal, no interior do Maranhão, em área de mata da região quilombola São Sebastião dos Pretos.
- A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a polícia maranhense já foi notificada sobre o possível paradeiro.
- Desde o sumiço, mais de quinhentas pessoas participam das buscas, com participação de Polícia Civil, Marinha e Corpo de Bombeiros.
- O primo das crianças foi localizado vivo em Santa Rosa, a cerca de quatro quilômetros do último avistamento; Anderson Kauã, de 8 anos, ajudou nas buscas após alta médica e indicou o caminho até uma cabana abandonada conhecida como “casa caída” perto do Rio Mearim; a principal linha de investigação é de possível extravio na mata, ainda em apuração.
Crianças desaparecidas no Maranhão teriam sido vistas em SP; polícia apura.
Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, sumiram no início deste mês após saírem para brincar em Bacabal, interior do Maranhão. A Polícia Civil de São Paulo investiga a denúncia de que teriam sido vistos no sábado, 24, em um hotel no bairro da República, centro da capital paulista. A SSP-SP informou que a polícia maranhense já foi avisada sobre o possível paradeiro.
Desde o desaparecimento, ocorrido no Quilombo de São Sebastião dos Pretos, mais de 500 pessoas participam das buscas. Participam integrantes da Polícia Civil, da Marinha e do Corpo de Bombeiros, em ações de campo e mobilização de recursos.
Os irmãos e um primo sumiram no dia 4 deste mês, ao brincarem em área de mata no território quilombola. Três dias após, o primo foi localizado com vida em Santa Rosa, a cerca de quatro quilômetros do local onde as crianças teriam sido vistas.
Anderson Kauã, 8 anos, que já colaborava com informações, participou das buscas após receber alta médica. Ele indicou o caminho até uma cabana abandonada conhecida como “casa caída”, próxima às margens do Rio Mearim.
O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, afirmou que nenhuma linha de investigação foi descartada até o momento. A principal hipótese é de possível perda de orientação na mata, mas as buscas analisam todas as possibilidades.
Desdobramentos recentes e próximos passos
As autoridades monitoram novos relatos de moradores e análise de imagens de câmeras da região da República, em São Paulo. A linha de apuração permanece aberta, com foco na localização das crianças e na confirmação de qualquer pista de deslocamento entre estados.
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