- A Justiça da Paraíba decretou a prisão preventiva do cantor de forró João Lima, acusado de violência doméstica contra a médica Raphaella Brilhante.
- Segundo a denúncia, as agressões teriam começado na lua de mel, com violência física, amordaçamento e ameaça de morte.
- O juiz Bruno César Azevedo Isidro assinou a decisão que mantém o cantor afastado enquanto o caso tramita.
- A defesa informou que João Lima se apresentará voluntariamente às autoridades nas próximas horas, após acordo com a polícia, e que ele sempre respeitou as medidas protetivas.
- A nota da defesa afirma que os fatos serão esclarecidos e reforça o compromisso com a verdade e o direito de defesa.
O cantor de forró João Lima teve prisão preventiva decretada pela Justiça da Paraíba após ser acusado de violência doméstica contra a esposa, Raphaella Brilhante. A decisão foi publicada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba nesta quinta-feira, 25 de janeiro de 2026, em João Pessoa.
Segundo a defesa, o artista será apresentado às autoridades nas próximas horas, conforme acordo com a polícia. A nota afirma que João Lima jamais desrespeitou determinações judiciais e que colaborará com as investigações para esclarecer os fatos.
A acusação envolve agressões físicas relatadas por Raphaella Brilhante, incluindo socos, imobilização com a amostra de violência e ameaças de morte. A polícia investiga o caso desde o início, com medidas protetivas já em vigor antes da nova determinação.
O juiz Bruno César Azevedo Isidro assinou a decisão que decretou a prisão preventiva. A defesa ressalta o cumprimento das medidas protetivas e reiterou o compromisso com a verdade e o direito de defesa.
Desdobramentos e próximos passos
A defesa revelou que João Lima se apresentará voluntariamente às autoridades nas próximas horas. A Justiça pode, a partir de agora, manter ou ajustar as medidas de custódia conforme as investigações avançam.
A apuração segue com a coleta de depoimentos e pareceres médicos, para atestar a dinâmica das supostas agressões. As informações oficiais dependem de documentos obtidos pelas autoridades competentes.
Raphaella Brilhante, que trabalha na área médica, descreveu que as agressões teriam ocorrido desde a lua de mel, conforme o relato divulgado pela defesa. A timeline completa dos fatos ainda está sendo verificada pela polícia e pelo judiciário.
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