- A investigação sobre abusos sexuais durante exames médicos de recrutamento foi ampliada para incluir a Marinha e a Força Aérea, além do Exército.
- Mais de 500 pessoas entraram em contato com a polícia para comunicar incidentes ocorridos entre as décadas de setenta e 2016, em locais diferentes do Reino Unido.
- A Polícia de Wiltshire lidera o caso, chamado de Operação Pianora, com apoio do comando de crime grave de defesa e do Ministério da Defesa.
- A ministra para veteranos e pessoas, Louise Sandher-Jones, disse que o volume de relatos é “profundamente perturbador” e elogiou a coragem dos que denunciaram.
- O detetive sênior Darren Hannant afirmou que a investigação deve ouvir todos os sobreviventes e testemunhas, e que qualquer informação será tratada com sensibilidade.
Oitocentos? não. Para ficar fiel: Mais de 500 pessoas entraram em contato com a polícia em relação a supostos abusos sexuais ocorridos durante exames médicos de recrutamento nas forças armadas, revelou a investigação que foi ampliada.
A apuração original enfocava abusos em exames médicos do Exército, mas agora inclui a Marinha Real e a Força Aérea Real. A força policial de Wiltshire comanda o inquérito, com apoio do Ministério da Defesa.
O inquérito, batizado de Operação Pianora, investiga denúncias de várias décadas, entre os anos 1970 e 2016, em diferentes locais do Reino Unido. Servidores ativos e ex-militares já relataram casos.
Expansão do inquérito
Det Supt Darren Hannant, chefe de investigação, destacou a gravidade dos relatos e disse que a polícia quer ouvir sobreviventes e testemunhas, incluindo civis e pessoas que não continuaram nos militares.
A polícia informa que pode levar semanas para contatar diretamente quem fez o relato, em função do volume de informações recebidas. Cada denúncia será analisada com cuidado e sensibilidade.
Louise Sandher-Jones, ministra para veteranos e pessoas, classificou o alcance como profundamente perturbador e elogiou a coragem de quem se abriu. Ela afirmou apoio total à polícia de Wiltshire.
A investigação recebe apoio do comando de crime grave de defesa, com sede em Hampshire, e do Ministério da Defesa, que não detalha possíveis suspeitos. Não há confirmação de números de envolvidos.
Quem tiver informações pode entrar em contato com a polícia de Wiltshire. A força reforça que não é preciso saber se o relato cai exatamente no escopo da investigação.
A divulgação oficial enfatiza compromisso com a dignidade e o respeito a quem serve ou pretende servir ao país. As autoridades reiteram proteção e confidencialidade aos envolvidos.
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