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Cão jogado no mar após morte de Orelha é adotado por delegado

Delegado-geral adota cão Caramelo ligado ao caso Orelha; PCSC reforça prioridade à defesa animal e criação de delegacias especializadas, com responsabilização conforme o ECA

Polícia Civil de Santa Catarina investiga um segundo caso envolvendo o cão caramelo
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  • O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, adotou o cão Caramelo, envolvido nos casos de maus-tratos relacionados à morte do cão Orelha.
  • Em coletiva da PCSC, foram apresentados avanços das investigações sobre o caso de maus-tratos a Orelha.
  • Ulisses Gabriel destacou a prioridade da polícia na defesa dos animais e citou a criação de delegacias especializadas para a causa animal.
  • Foi informado que não podem ser divulgadas imagens, fotos ou nomes dos adolescentes investigados; a responsabilização cabe à autoridade judicial, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.
  • Na segunda-feira, a Delegacia de Proteção Animal da Capital e a Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de adolescentes suspeitos e de adultos que teriam coagido testemunhas, na Praia Brava.

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, adotou o cão Caramelo, envolvido nos casos de maus-tratos relacionados à morte do cão Orelha. A adoção foi anunciada por meio de publicação nas redes sociais do delegado.

Em coletiva realizada pela Polícia Civil de Santa Catarina nesta terça-feira (27), foram apresentados avanços nas investigações sobre o caso de maus-tratos ao animal. Ulisses Gabriel destacou a prioridade da corporação na defesa dos direitos dos animais e a atuação de delegacias especializadas.

O delegado ressaltou ainda que é vedada a divulgação de imagens, fotos e nomes dos adolescentes investigados e que a responsabilização ocorrerá perante a autoridade judicial, com sanções previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Avanços na investigação

Na segunda-feira (26), a Delegacia de Proteção Animal da Capital e a Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de adolescentes suspeitos de maus-tratos a animais. Também foram alvo endereços ligados a adultos que teriam coagido testemunhas, na Praia Brava.

A ação buscou reunir provas sobre os maus-tratos envolvendo Orelha e sobre outras possíveis irregularidades relacionadas aos envolvidos. As informações foram apresentadas sob supervisão de Thiago Félix.

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