- Famílias de dois adolescentes envolvidos no caso da morte do cão “Orelha”, em Florianópolis, afirmam que seus filhos não têm relação com o fato e enfrentam ameaças e exposição de dados pessoais.
- Os pais dizem que os jovens não aparecem em vídeos que circulam nas redes e ressaltam que uma viagem previamente programada está sendo interpretada como fuga.
- As famílias afirmam repudiar maus-tratos a animais, confiam no trabalho das autoridades e afirmam colaborar com a investigação.
- A Polícia Civil de Santa Catarina abriu buscas para esclarecer o caso, cumprindo três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos.
- Um dos mandados estaria ligado a um homem que teria coagido uma testemunha; as diligências também visaram localizar uma arma de fogo, que não foi encontrada. Além disso, dois adolescentes foram alvo de buscas, enquanto outros dois estão no exterior para uma viagem pré-programada.
O caso envolve a morte do cão conhecido como Orelha, em Florianópolis (SC), e investigações sobre a possível participação de adolescentes. Duas famílias negam qualquer relação de seus filhos com o episódio e dizem sofrer ataques nas redes sociais.
As declarações públicas afirmam que os adolescentes não aparecem em vídeos que circulam na internet e que uma viagem previamente marcada seria interpretada como fuga. As famílias reiteram o repúdio a maus-tratos a animais e afirmam colaborar com a Polícia Civil.
Ação policial e investigação
Nesta segunda-feira (26), a Polícia Civil deu início a uma operação para o caso, com três mandados de busca e apreensão. O objetivo é localizar evidências sobre a participação de adolescentes nas agressões que teriam causado a morte do animal.
De acordo com o delegado Ulisses Gabriel, um dos mandados visava um suspeito que teria coagido uma testemunha. A polícia também buscava possível arma de fogo para sustentar as ameaças contra a testemunha, mas o objeto não foi encontrado.
As buscas foram realizadas em residências de dois adolescentes, com foco em equipamentos de tecnologia, como computadores e celulares. Além disso, outros dois adolescentes estão nos Estados Unidos em viagem previamente programada, segundo as informações oficiais.
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