- A juíza da condado de Los Angeles, Patricia A. Young, decidiu que apenas as alegações na Califórnia contra Steven Tyler seguem para o julgamento, enquanto as acusações em Oregon, Washington e Massachusetts devem ser descartadas.
- A decisão parcial ocorreu após uma série de audiências; a juíza ainda planeja emitir uma decisão escrita e não adiantar o juicio.
- Julia Misley (Holcomb) acusa Tyler de abuso sexual durante anos, começando em 1973, quando ela era adolescente de 16 anos; Tyler nega as acusações.
- Misley sustenta que Tyler cometeu estupro em um hotel na Califórnia, o que a Justiça reconheceu como plausível o bastante para seguir em frente.
- A defesa argumentava imunidade de cuidador/guardian, mas a corte entendeu que os estados podem ter interesse em aplicar leis contra abuso infantil; no entanto, os prazos das demais jurisdições não foram revividos pela legislação da Califórnia.
Após audiências nesta semana, uma juíza da condado de Los Angeles determinou que apenas as alegações envolvendo Califórnia permanecem no processo contra Steven Tyler. As acusações ligadas a Oregon, Washington e Massachusetts foram retiradas.
Julia Misley Holcomb, conhecida como Julia Misley, acusa o músico dos Aerosmith de abuso sexual durante anos, começando em 1973, quando ela era menor de idade. Tyler nega as acusações e pediu o arquivamento total do processo.
A Justiça também considerou que a Califórnia tem interesse em processar abusos ocorridos dentro de seu território, mas manteve apenas as alegações que ocorreram no estado. Os motivos para a decisão ainda serão redigidos pela juíza.
Detalhes do caso
Misley afirma que conheceu Tyler em Portland, em 1973, quando tinha 16 anos. Segundo a acusação, o relacionamento se estendeu por três anos, com supostas agressões em locais como hotéis e shows. Tyler contesta a maior parte das alegações e sustenta que morou com Misley em Boston, onde a idade de consentimento era 16 na época.
A defesa argumentou que Misley deveria respeitar as leis de cada estado, e que o período de prescrição de outros estados não foi revivido pela legislação de proteção à vítima na Califórnia. A juíza sinalizou manter a linha de que a ação pode seguir apenas com base em alegações presentes em território californiano.
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