- Alexandre Correa foi condenado por injúria, difamação e calúnia contra o advogado Roberto Leonessa, alvo de suas xingamentos em três entrevistas realizadas no ano passado.
- A sentença, já definitiva sem possibilidade de recurso, partia de um ano, um mês e dez dias em regime aberto com multa; em novembro, o recurso aumentou a pena para dois anos e seis meses de detenção.
- A Justiça decidiu pela substituição da prisão por penas restritivas de direitos, de modo que ele cumprirá dois anos e seis meses prestando serviços comunitários.
- Também deverá pagar uma multa total de R$ 4.863 ao advogado da ex, equivalente a três salários mínimos por crime.
- Caso as penas restritivas sejam descumpridas, Alexandre pode ter de cumprir a pena em regime aberto.
Alexandre Correa foi condenado pela Justiça por injúria, difamação e calúnia após xingar o advogado Roberto Leonessa, responsável pela defesa de Ana Hickmann, em diversas entrevistas no ano passado. A sentença é definitiva e não cabe recurso, segundo a coluna da Fábia Oliveira, do Metrópoles.
Inicialmente, a pena prevista era de um ano, um mês e dez dias em regime aberto, com multa. Em julgamento de recurso em novembro, a pena subiu para dois anos e seis meses de detenção, mantendo a multa.
Na decisão final, a Justiça substituiu a prisão por penas restritivas de direitos, mantendo a determinação de cumprir o tempo total da condenação mediante prestação de serviços à comunidade. Também foi fixada multa de 4.863 reais, a serem pagos ao advogado da ex.
Detalhes da condenação e sanções
Alexandre Correa não irá cumprir a pena em prisão, de acordo com a substituição por penas restritivas. Caso descumpra as condições, pode ter a pena convertida para regime aberto.
Contexto adicional aponta que o empresário teve conversas íntimas vazadas com uma ex-affair, o que também integra o cenário de sua atuação pública recente.
Além disso, o mesmo empresário já enfrentou ataque de violência doméstica em anos anteriores, conforme registros judiciais. O valor total da multa é fixado para 2026 e pode aumentar caso haja descumprimento das próprias restrições.
O advogado de Correa, Bruno Ferullo, afirmou que o réu exerceu seu direito à liberdade de expressão, sem a intenção de ofender a honra de terceiros. A defesa sustenta que não houve intenção de ferir ninguém.
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