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Família de Pedro Turra lamenta morte de jovem agredido por piloto

Defesa de Pedro Turra lamenta a morte de Rodrigo Castanheira, jovem agredido em Águas Claras; lesão pode virar homicídio culposo

Ex-piloto de Fórmula Delta é investigado por agressão grave motivada por briga por chiclete e outras três ocorrências no Distrito Federal
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  • Rodrigo Castanheira, 16 anos, morreu neste sábado após ser agredido em Águas Claras, no Distrito Federal, após um desentendimento com o piloto Pedro Turra.
  • A defesa de Turra divulgou nota lamentando a morte e desejando conforto aos familiares e amigos.
  • A escola onde a vítima estudava prestou homenagens nas redes sociais, destacando as lembranças e o afeto deixados por ele.
  • Turra foi preso um dia após as agressões, mas liberado após pagar fiança de R$ 24,3 mil; ele voltou a ser detido por suspeita de interferência nas investigações e permanece no Complexo da Papuda.
  • A acusação deve ser reclassificada de lesão corporal gravíssima para homicídio culposo.

A família do piloto Pedro Turra lamenta a morte de Rodrigo Castanheira, 16 anos, agredido em Águas Claras, no Distrito Federal, na noite de sábado (7). A vítima sofreu traumatismo craniano após o desentendimento ocorrido durante o incidente envolvendo o piloto. A polícia investiga os motivos da discussão, que teria começado por um comentário sobre um chiclete jogado em um colega.

A defesa de Turra divulgou uma nota lamentando a perda e expressou condolências aos familiares. Na mesma linha, a escola de Rodrigo prestou homenagens às redes sociais, destacando a dor e as lembranças deixadas pelo estudante.

De acordo com o delegado Pablo Aguiar, a agressão resultou na internação de Rodrigo, que permaneceu em estado grave, com 12 minutos de parada cardiorrespiratória. Turra foi preso um dia após o ocorrido, mas liberado mediante fiança de 24,3 mil reais. Dias depois, foi detido novamente, permanece no Complexo da Papuda, aguardando desdobramentos.

Situação processual

A acusação, que inicialmente era de lesão corporal gravíssima, deve ser reclassificada para homicídio culposo. A polícia continua as investigações para esclarecer as circunstâncias da agressão, a participação de terceiros e as condições que levaram ao desfecho fatal.

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