- Três ex-presidentes democratas lideraram homenagens a Jesse Jackson, que morreu aos 84 anos; Biden o chamou de homem de Deus e do povo, Obama o descreveu como gigante e Clinton afirmou estar profundamente triste.
- O ex-presidente Donald Trump elogiou Jackson em publicação, mas criticou o que chamou de ataques da esquerda radical.
- Um juiz federal em Fort Worth, Texas, declarou mistrial no caso envolvendo protestos de antifa e a investigação da administração Trump, após uma advogada usar uma camiseta com imagens do movimento dos direitos civis.
- Ao menos milhões de arquivos sobre Jeffrey Epstein sugerem a existência de uma “rede criminosa global” que pode atender ao crime contra a humanidade, segundo especialistas independentes da ONU.
- Os especialistas destacaram que os crimes relatados ocorreram em meio a crenças supremacistas, racismo e misoginia, envolvendo exploração de mulheres e meninas.
O falecimento de Jesse Jackson, figura central do movimento pelos direitos civis, repercute em Washington e entre aliados democratas. Biden, Obama e Clinton agradeceram a vida do líder e destacaram seu legado de serviço público. A notícia chegou aos 84 anos.
Biden descreveu Jackson como “ homem de Deus e do povo”, ressaltando sua determinação em buscar a redenção da nação. Obama o definiu como “um gigante” cuja fé na dignidade de todos moldou sua trajetória. Clinton mencionou décadas de amizade com Jackson.
Trump também comentou, em rede social, chamando Jackson de “bom homem”, ao mesmo tempo em que atacou adversários da esquerda. A resposta de figuras públicas evidencia o peso histórico de Jackson na política norte-americana.
Caso no Texas: mistrial em ação antifa envolvendo Ice
Um juiz federal de Fort Worth declarou mistrial após um advogado usar uma camiseta com imagens do movimento dos direitos civis no tribunal. A defesa enfrentava acusações contra manifestantes considerados terroristas por suposta célula antifa.
O juiz Mark Pittman interrompeu o processo horas após a fase de seleção de jurados, alegando que a peça de vestuário poderia influenciar os jurados. A camiseta trazia imagens de líderes do movimento e protestos da época.
Notas sobre Epstein: documentos sugerem crimes contra a humanidade
Peritos da ONU analisaram arquivos do caso Jeffrey Epstein e afirmaram que as informações podem indicar um esquema criminoso global com crimes contra a humanidade. As informações, segundo o grupo, ocorreram sob racismo, misoginia e corrupção sistêmica.
Os especialistas destacaram a gravidade e o alcance transnacional dos atos descritos nos documentos, defendendo investigações independentes para apurar responsabilidades.
Panorama internacional e esportivo
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