- Hugh Johnson diz que estão ficando mais ousados com bolhas vindas de Itália, Espanha, Austrália, Nova Zelândia e Cabo.
- Ele comenta festas de Ano Novo, a família está migrando do Champagne para espumante feito em casa e celebrar o 60º aniversário nas cavernas Schramsberg.
- Em um vilarejo onde costumavam ficar, o réveillon terminou com garrafas quebrando contra a parede do Hotel de Ville.
- Famílias atiraram garrafas vazias na parede, gerando uma pilha que a prefeitura recolheu, possivelmente para uma fábrica de vidro; o vidro reciclado representa uma parcela baixa.
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Hugh Johnson afirma que está ampliando o repertório de espumantes, abrindo espaço para rótos da Itália, Espanha, Austrália, Nova Zelândia e o Cabo. O foco é o que vem além do Champagne, com busca por diversidade de estilos e mercados.
Segundo o repórter, Johnson comenta mudanças na preferência familiar, com a família se voltando menos ao Champagne tradicional e explorando opções de produção caseira de espumante. A mudança acompanha uma tendência de consumo mais experimental.
O jornalista também aborda a agenda do próprio Johnson, que celebra o 60º aniversário em uma caverna da Schramsberg, nos Estados Unidos, durante as festividades de Ano Novo. A celebração combina vinho espumante e cenário incomum.
Contexto familiar e cultural
Em um vilarejo da região centro da França, o réveillon é marcado por uma tradição de vidro quebrando, com garrafas arremessadas contra uma parede durante as festas. A prática, mencionada no relato, envolve famílias locais e o recolhimento posterior para reciclagem.
Perspectivas do setor
A reportagem aponta a aposta de Johnson em ampliar o leque de produtores e regiões espumantes, incluindo rótulos de países fora da França. A estratégia busca atender a um público interessado em diversidade de terroirs, estilos e técnicas de produção.
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