- A Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio prenderam Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado como um dos líderes da cúpula do jogo do bicho, em Cabo Frio (RJ).
- Ele era procurado pela Justiça Federal e pela Justiça Estadual do Rio de Janeiro desde março de 2025.
- A Polícia Federal suspeita que ele seja mandante de homicídios e o considera o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no estado.
- A prisão ocorreu durante operação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (Ficco-RJ), com apoio de serviços de inteligência.
- O suspeito foi levado à Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro; a ação visa desmantelar organização criminosa armada e transnacional.
Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, foi preso no Rio de Janeiro após operação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ). A ação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (Ficco-RJ). O suspeito era procurado desde março de 2025 e foi localizado em Cabo Frio, no litoral fluminense.
Segundo a PF, Adilsinho é apontado como um dos líderes da cúpula do jogo do bicho. Ele também é considerado o principal produtor e distribuidor de cigarros falsificados no estado. A investigação aponta vínculo com uma organização criminosa armada e transnacional.
A prisão ocorreu após troca de informações entre as polícias e apoio de serviços de inteligência. O suspeito foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para formalidades de registro e andamento das investigações. A PF confirmou que a operação visa desmantelar atividades criminosas associadas ao grupo.
Operação e contexto
A ação envolveu equipes da PF e da PCERJ, com participação da Ficco-RJ, que atua no combate a quebras de lei relacionadas ao crime organizado. A rapidez da ação destacou a mobilização de recursos para cumprir mandados de prisão.
Adilsinho também possui ligação com o mundo da escola de samba Salgueiro, segundo informações de autoridades. As autoridades indicam que a prisão busca reduzir a atuação da organização criminosa e interromper a cadeia de distribuição de cigarros falsificados.
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