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Antigos amigos de Michael Jackson processam espólio por suposto tráfico e abuso

Ex-amigos de Michael Jackson processam a herança, acusando o artista de tráfico sexual de menores e abuso durante a infância

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  • Quatro ex-amigos de Michael Jackson — Frank, Dominic, Marie-Nicole Porte e Aldo Cascio — processam a herança do cantor em Los Angeles, alegando tráfico sexual infantil e abuso.
  • Os documentos afirmam que os abusos teriam ocorrido desde quando alguns tinham sete ou oito anos de idade.
  • Os Cascio dizem que Jackson se aproximou da família por meio do pai, oferecendo presentes e acesso ao estilo de vida de celebridade, antes do abuso começar.
  • Alega-se que Jackson drogava, sedava e apresentava pornografia aos irmãos, para normalizar o abuso e desestimular denúncias, com empregados ajudando a ocultar tudo.
  • O advogado da defesa, Marty Singer, nega as acusações, chamando a ação de tentativa de dinheiro fácil e destacando que a família já defendia Jackson há mais de vinte e cinco anos.

Michael Jackson é alvo de nova ação contra o espólio, por suposta exploração sexual infantil e abuso. O grupo de ex-amigos acusa o cantor falecido de “traficar” e abusar sexualmente das vítimas durante a infância.

Os requerentes são Frank, Dominic, Marie-Nicole Porte e Aldo Cascio, todos antigos amigos de Jackson. O processo foi apresentado na Justiça de Los Angeles na sexta-feira, segundo documentos. Eles afirmam que o abuso começou ainda crianças.

Os cascos alegam que Jackson se aproximou dos irmãos após conhecer o pai deles, que trabalhava em um hotel de luxo frequentado pelo artista. Segundo as acusações, o astro os presenteava com regalias antes do abuso.

Alegam que Jackson os drogava,(o) ou alcoolizava e os expunha a material pornográfico para normalizar o abuso e dessensibilizá-los. Também afirmam que o cantor criou medo de revelar o que ocorria.

A família sustenta que o cantor usou sua riqueza e fama para exercer controle, com uma rede de funcionários que ajudaria e esconderia os abusos. Alega-se ainda que as vítimas temiam perder a vida de familiares caso viesse à tona.

A defesa de Jackson foi apresentada pela agência do espólio, representada pelo advogado Marty Singer. Em nota, Singer rejeitou as acusações como defesa da integridade de Jackson por mais de 25 anos.

Singer classificou a ação como tentativa de ganhos financeiros, afirmando que os Cascio defendiam o cantor em entrevistas anteriores e movem o processo apenas por dinheiro. O advogado frisou manter a linha de defesa já apresentada.

Caso envolva disputas antigas, já que Jackson morreu em 2009. Os réus envolvidos buscaram anteriormente resolver questões financeiras por meio de acordos com o espólio.

  • Fonte: documentos judiciais e declarações da defesa indicam que o processo segue para avaliação de mérito. A defesa ressaltou a necessidade de comprovação robusta para sustentar as acusações.

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