- Virginia Fonseca relatou uma crise de enxaqueca intensa que a deixou quase sem conseguir realizar atividades, dormindo longos períodos e sem treinar.
- Ela descreveu que o cansaço causado pela dor dificultou tarefas simples e que, em alguns dias, a dor começava à tarde e a pessoa acaba dormindo.
- A influencer afirmou que o tratamento preventivo ficou atrasado — o Botox para enxaqueca e o bloqueio deveriam ter sido aplicados antes do Carnaval, mas não foram.
- Ainda explicou ter evitado medicamentos por efeito colateral de ansiedade, optando por suportar a dor em vez de tomar a medicação.
- O problema já a acompanha há anos e já a levou à hospitalização em 2023; ela disse estar confiante de que poderá voltar à rotina em breve e aprendeu a não atrasar o tratamento.
Nos últimos dias, Virgínia Fonseca revelou enfrentar uma crise de enxaqueca que afetou profundamente sua rotina. Em postagem no Instagram, a empresária relatou que não conseguiu treinar e chegou a dormir por longos períodos devido à dor.
Ela descreveu que as crises chegam de forma variada ao longo do dia. Em algumas manhãs acordava bem, mas a melhora era efêmera; no fim da tarde, a dor voltava com força e levava ao descanso.
A influenciadora informou que o tratamento preventivo foi adiado antes do Carnaval, o que agravou as dores. Segundo ela, deveria ter aplicado botox e bloqueios antes da folia, mas não houve tempo.
O procedimento de botox para enxaqueca e o bloqueio são aplicados a cada três meses, para reduzir a frequência das crises. A decisão de adiar o tratamento, segundo Virginia, contribuiu para a piora.
Ela relatou ainda relutância com alguns remédios por efeitos colaterais, optando por não utilizá-los; a ansiedade causada pelo medicamento também pesou na decisão.
Este histórico de crises já levou a hospitalização anterior. Em 2023, Virginia precisou de atendimento médico após uma crise intensa, iniciando acompanhamento com diferentes profissionais.
Após o episódio recente, a empresária expressou esperança de melhorar. Disse acreditar que acordaria mais disposta no dia seguinte e que voltaria à vida normal, treinando e executando suas atividades.
Ela afirmou ter aprendido a não atrasar o tratamento novamente, ressaltando que manter a saúde em dia evita recaídas e acomodação frente às dores.
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