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Fusão do Copilot na Microsoft mira metas de superinteligência

Microsoft unifica Copilot de consumo e empresarial sob Mustafa Suleyman, com foco em modelos de fronteira e superinteligência nas próximas fases

Reprodução/Microsoft O Microsoft Copilot lidera o uso com 40% de participação, seguido por ChatGPT (32%)
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  • A Microsoft unifica Copilot para consumidor e para empresas sob uma única equipe, com Mustafa Suleyman liderando a área de IA para acelerar o desenvolvimento de modelos de fronteira e, segundo relatos, buscar uma “superinteligência” nos próximos cinco anos.
  • O objetivo é transformar o Copilot em um sistema de ponta a ponta, cobrindo aplicativos, fluxos de trabalho e plataformas com modelos mais avançados.
  • O CEO Satya Nadella destacou que a reorganização visa reduzir a coordenação manual, aumentar a autonomia das pessoas e manter governança e segurança para organizações.
  • Na gestão, o CEO Nadella fica no comando, com Jacob Andreou chefiando o projeto unificado e Mustafa Suleyman liderando a área de IA; outros nomes como Ryan Roslansky, Perry Clarke e Charles Lamanna aparecem como possíveis envolvidos.
  • Um memorando aponta que funcionários do Congresso dos EUA poderão usar o Copilot no trabalho, com o Copilot Chat operando na nuvem governamental segura da Microsoft, atendendo requisitos de segurança cibernética.

A Microsoft pode estar unificando as equipes responsáveis pelo Copilot, tanto na versão corporativa quanto na de assinantes, em uma única liderança. A estratégia, segundo relatos, visa acelerar avanços rumo a modelos de fronteira com potencial de superinteligência. A mudança envolve Mustafa Suleyman, atual chefe de IA, que passa a liderar esse esforço.

O movimento é descrito como uma reorganização ampla para transformar o Copilot em um sistema coeso de ponta a ponta. A ideia é integrar aplicativos, fluxos de trabalho e plataformas sob uma mesma governança, aumentando a eficiência do desenvolvimento de IA.

Satya Nadella, CEO da empresa, disse em comunicado que a iniciativa pode reduzir a necessidade de coordenação entre equipes e ampliar a autonomia de usuários, sem comprometer governança e segurança. O objetivo é reforçar a capacidade de IA da Microsoft.

Nadella enfatizou que o avanço dos modelos de IA é crucial para o sucesso da empresa na próxima década, buscando impactos diretos no produto, na redução de custos e no atendimento às necessidades corporativas, fortalecendo a pesquisa de fronteira.

A liderança passa a incluir Jacob Andreou, promovido para chefiar o projeto unificado, além de Suleyman, que já atuava na área de IA. Andreou tem histórico na Greylock e na Snap, contribuindo para a visão de IA aplicada aos produtos.

O trio é citado como núcleo do esforço para entregar uma supervisão integrada do Copilot, com foco em construir modelos de fronteira que alcancem o estado da arte. O objetivo é que o Copilot pareça cada vez mais um sistema único, em vez de um conjunto de recursos.

Entre os nomes mencionados como possíveis integrantes do projeto estão Ryan Roslansky, Perry Clarke e Charles Lamanna, segundo relatos de veículos de tecnologia. A Microsoft busca consolidar o investimento em IA com base no Azure, M365 e Copilot.

Paralelamente, um memorando do governo dos EUA autoriza funcionários do Congresso a usar ferramentas como o Copilot no trabalho. O documento afirma que o Copilot opera na nuvem governamental segura da Microsoft, atendendo aos requisitos de segurança cibernética federais.

Analistas de mercado destacam a posição da Microsoft para consolidar gastos corporativos com IA, ressaltando a vantagem de uma plataforma integrada. A avaliação aponta que a empresa pode manter benefício competitivo com a continuidade de investimentos em IA.

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