- Parque do Sumidouro, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está sob investigação do Ministério Público por denúncias de danos ao patrimônio e possível prejuízo ambiental após a concessão de R$ 68 há cinco anos.
- Moradores relatam que o poço do Jacaré está seco há dois anos, após rompimento de canal de água, e apontam destruição da Gruta da Lapinha, dentro do parque.
- As denúncias sugerem que a privatização estaria favorecendo danos ao patrimônio público e ao equilíbrio ambiental da região.
- A Secretaria de Meio Ambiente de Belo Horizonte acompanha o caso e afirmou que tomará as providências cabíveis se forem comprovadas irregularidades; também reforçou que a concessão foi feita de forma legal.
- O Ministério Público informou que a investigação segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas em breve.
O Ministério Público investiga denúncias de moradores sobre a concessão do Parque do Sumidouro, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por R$ 68, que estaria causando destruição de patrimônio e até o desaparecimento de poços. A denúncia aponta que o poço do Jacaré está seco há dois anos, após rompimento de um canal de água.
Segundo os moradores, o parque foi privatizado há cinco anos e houve danos à Gruta da Lapinha, entre outros patrimônios. A denúncia sustenta que a concessão pode ter impactos ambientais e na preservação do espaço público.
A investigação busca apurar irregularidades na concessão. A Secretaria de Meio Ambiente de Belo Horizonte acompanha o caso e afirma que tomará as medidas cabíveis se forem constatadas falhas. O órgão reiterou que a concessão foi realizada dentro da legalidade.
Acompanhamento e posicionamento oficial
A Secretaria de Meio Ambiente reforçou que a concessão passou por processamento legal e está à disposição para esclarecer dúvidas. O Ministério Público continua com o inquérito em andamento, com novas informações previstas.
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