- Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou operação na Região Metropolitana de Belo Horizonte contra uma facção acusada de tráfico de drogas, homicídios e de promover bailes funks no bairro Santa Luzia.
- Ao todo foram cumpridos nove mandados de busca, com apreensão de veículo, motocicleta, dinheiro, notebook, chips de celulares, anotações e máquinas de cartão.
- A ação faz parte de investigação coordenada pelo Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc) e contou com cerca de trinta agentes.
- Prisões anteriores ocorreram em agosto de dois mil e vinte e cinco, quando suspeitos foram alvo de ação; líderes apontados atuavam na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
- O delegado responsável, Davi Moraes Pinto, afirmou que a investigação mostrou uma estrutura criminosa bem organizada que articulava tráfico, homicídios e intimidação.
Uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais mira uma organização criminosa apontada como responsável por tráfico de drogas e homicídios na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A ação, deflagrada nesta terça-feira (24), cumpriu nove mandados de busca contra investigados. No local, agentes apreenderam um veículo, uma motocicleta, dinheiro, notebooks, chips de celulares, anotações e máquinas de cartão.
A investigação é conduzida pelo Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc) e envolveu cerca de 30 agentes. A apuração aponta que a facção promovia bailes funks no bairro Santa Luzia, em Belo Horizonte, onde os integrantes ostentavam armas de fogo. Outras investigações anteriores indicam que o grupo atuava com o mesmo modo operandi.
Prisões anteriores já haviam ocorrido, envolvendo membros da facção e de outra organização criminosa vinculada ao mesmo esquema. As detenções, em agosto de 2025, identificaram líderes no bairro São Benedito e no Conjunto Palmital, todos atuando na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A investigação começou em abril de 2025, visando desarticular a rede criminosa e o aparato de tráfico associado.
Operação e desdobramentos
A ação permitiu a apreensão de equipamentos e provas que devem embasar novas diligências. As apurações continuam para elucidar vínculos entre as lideranças, o fluxo de drogas e as ordens de homicídio atribuídas ao grupo. A Polícia Civil segue monitorando possíveis desdobramentos e novas prisões.
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