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PM fecha fábrica clandestina de bebidas em MG e prende homem

Polícia fecha fábrica clandestina de bebidas em Belo Horizonte; homem de 39 anos é preso após confessar falsificação de bebidas por mais de vinte anos

Suspeito vendia os produtos falsificados para três grandes fornecedores que revendiam para estabelecimentos comerciais
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  • A Polícia Militar de Minas Gerais fechou uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas na avenida do Contorno, região centro-sul de Belo Horizonte, e prendeu um homem de 39 anos em flagrante.
  • A fábrica funcionava no quintal da residência do suspeito, onde foram encontrados milhares de garrafas cheias e vazias, rótulos comprados pela internet e maquinários para fechar os vasilhames.
  • O suspeito abastecia três grandes fornecedores que revendiam aos estabelecimentos comerciais e também fornecia bebidas para eventos; ele mantinha ainda dois galpões de armazenamento.
  • Segundo as apurações, o homem fabrica há mais de 20 anos, comprava garrafas em boates, principalmente em São Paulo, por cerca de R$ 15, e misturava cerca de 20% da bebida original com vodka mais barata.
  • O investigado ostentava estilo de vida de luxo, com jet ski avaliado em R$ 90 mil, BMW, Porsche Cayenne, imóveis e alto padrão; as mercadorias foram apreendidas e o local foi interditado pela polícia.

A Polícia Militar de Minas Gerais deflagrou, nesta segunda-feira (23), a operação que fechou uma fábrica clandestina de bebidas alcoólicas em Belo Horizonte. A ação ocorreu na avenida do Contorno, região centro-sul, resultando na prisão de um homem de 39 anos. O local foi interditado e as mercadorias foram apreendidas.

Segundo a PMMG, a fábrica funcionava no quintal da residência do suspeito. No local, foram encontrados milhares de garrafas, cheias e vazias, de whisky e vodka, além de rótulos comprados pela internet e maquinários para fechamento das vasilhames. A apuração aponta que o esquema envolvia três grandes fornecedores.

Ainda conforme a corporação, o investigado mantinha dois galpões de armazenamento e declarou atuar no falsificado há mais de 20 anos. O material apreendido indica que garrafas eram compradas em boates de São Paulo por cerca de R$ 15, com a bebida original em aproximadamente 20% do conteúdo, o restante sendo substituído por vodka mais barata.

O suspeito, cuja identidade não foi divulgada, ostentava estilo de vida luxuoso, com jet ski avaliado em R$ 90 mil, além de veículos BMW e Porsche Cayenne e imóveis na capital. A prisão ocorreu em flagrante, com apreensão de mercadorias e fechamento do espaço pela PMMG.

Operação e desdobramentos

A Polícia informou que as investigações seguem para identificar os demais responsáveis e os destinos das bebidas comercializadas. As apurações também visam rastrear os três fornecedores citados e o apoio logístico aos eventos onde as bebidas eram servidas.

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