- A Prada afirma que a campanha “I, I, I, I AM… PRADA” foi concebida com o artista Jordan Wolfson, mas a IA foi usada apenas na pós-produção.
- Segundo representantes da marca, a IA não participou da criação inicial das imagens.
- As imagens são descritas como inquietantes e hipnotizantes e a campanha ganhou viralidade nesta semana.
- O caso insere-se no debate sobre o uso de IA na arte e publicidade, comparando ferramentas históricas que transformaram o campo criativo.
Prada lançou sua campanha publicitária mais recente, intitulada I, I, I, I AM… PRADA, criada em parceria com o artista Jordan Wolfson. A produção ganhou destaque por provocar reação do público e se tornar viral nas redes. A campanha foi concebida com imagens que misturam elementos perturbadores e hipnotizantes, mantendo o foco no tema da identidade da marca. A empresa informou que a inteligência artificial foi utilizada apenas na pós-produção.
A equipe de Prada afirma que a abordagem não envolveu o uso de IA na concepção criativa principal. Segundo representantes, a IA foi aplicada em etapas de acabamento visual, sem substituir a participação humana no desenvolvimento da ideia ou na direção artística. A estratégia provoca debate sobre o papel das tecnologias emergentes na publicidade de luxo.
Uso de IA na campanha
- A aplicação de IA ocorreu apenas nos retoques finais das imagens, segundo a Prada.
- O artista Jordan Wolfson envolvido na concepção das obras é conhecido por trabalhos que exploram a intervenção tecnológica na arte.
- A repercussão levou a discussões sobre limites e possibilidades da IA na criação de campanhas que buscam impacto emocional.
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