- A polícia de Goiás concluiu a investigação sobre a agressão ao cão Jhonny e indiciou uma mulher de 64 anos por maus-tratos qualificados.
- O laudo pericial confirmou queimaduras de primeiro a terceiro graus em 40% do corpo do animal.
- Vídeos de câmeras mostram a mulher jogando líquido quente sobre Jhonny, que estava na calçada; a substância não foi identificada com precisão.
- A suspeita foi indiciada com base na Lei de Crimes Ambientais; a pena, em caso de condenação, pode chegar a cinco anos de prisão mais multa.
- Jhonny permanece internado em clínica veterinária de Goiânia, com saúde estável e sem previsão de alta; a defesa da acusada não foi localizada.
A Polícia Civil de Goiás fechou a investigação sobre a agressão ao cão Jhonny. A principal suspeita é uma mulher de 64 anos, indiciada por maus-tratos qualificados contra o animal. O caso ganhou notoriedade após as imagens registrarem o ataque.
O laudo pericial aponta queimaduras de primeiro a terceiro grau em 40% do corpo de Jhonny. Câmeras de segurança mostram a mulher derramando líquido quente sobre o cão, que estava deitado na calçada. A substância permanece não identificada, mas isso não altera a configuração criminosa, conforme a autoridade policial.
Com base em vídeos, depoimentos e exames técnicos, a suspeita foi indiciada pela Lei de Crimes Ambientais. Se condenada, a pena pode chegar a até cinco anos de prisão, além de multa. A defesa não foi localizada até o momento. Jhonny continua internado em Goiânia, em estado estável, sem previsão de alta.
Investigação e desdobramentos
A delegada responsável informou que o monitoramento médico acompanha possíveis consequências secundárias das queimaduras. O caso segue sob apuração, com diligências para confirmar a identificação da substância lançada e ouvir novas testemunhas.
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