- Sete pessoas foram presas na comunidade de Paraisópolis, São Paulo, suspeitas de roubar casas de luxo no interior e farmácias na capital.
- A operação foi realizada pelo Deic, com mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos em endereços ligados aos investigados após dois meses de monitoramento.
- Os crimes ocorreram em condomínios de alto padrão nas cidades de Guararema, Amparo, Jundiaí, Alumínio e Monte Alegre do Sul, com veículos apreendidos usados para localizar vítimas.
- Vítimas relataram abordagens violentas, criminosos com roupas sujas de terra, que invadiam casas pela manhã, madrugada ou amanhecer, ficando até sete horas com as vítimas amarradas e imobilizadas.
- Além das prisões, celulares foram apreendidos para perícia e foi encontrado um colete à prova de balas de uso restrito; a investigação também aponta envolvimento com roubos a farmácias na capital, incluindo caso recente em que um guarda municipal foi morto, com estimativa de dezoito a dezesseis suspeitos envolvidos.
Sete pessoas foram presas na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, após investigações sobre crimes violentos no estado. O grupo é suspeito de roubar casas de luxo no interior e farmácias na capital. A polícia cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.
Durante dois meses, agentes do Deic acompanharam a quadrilha, que usava carros apreendidos para localizar possíveis vítimas. Os furtos teriam ocorrido em condomínios de alto padrão nas cidades de Guararema, Amparo, Jundiaí, Alumínio e Monte Alegre do Sul.
As vítimas relatam abordagens violentas, com criminosos usando roupas sujas de terra, o que indica deslocamento por áreas de mata antes de invadir imóveis. O delegado informou que as ações ocorriam em períodos matutino, madrugada ou amanhecer, com as vítimas mantidas sob poder dos suspeitos por até sete horas.
Operação e indícios
Além das prisões, a operação resultou na apreensão de celulares para perícia e de um colete à prova de balas de uso restrito. A polícia aponta que o grupo também pode estar ligado a roubos a farmácias na capital, incluindo um caso recente envolvendo a morte de um guarda municipal. O delegado estima que pelo menos 16 integrantes participavam das práticas criminosas.
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