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Jornalistas acionam Justiça para resgatar entidade abandonada há 11 anos

Ação judicial busca reativar a Associação Mineira de Imprensa, inativa há onze anos, com sede fechada e apoio de 1.226 assinaturas

Sede da Associação Mineira de Imprensa (AMI), na rua da Bahia, em BH
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  • Jornalistas acionam a Justiça para reativar a Associação Mineira de Imprensa (AMI), abandonada há 11 anos.
  • Manifesto já soma 1.226 assinaturas, apoiando a retomada da entidade.
  • Sede fica na rua da Bahia, em Belo Horizonte, e está fechada, sem funcionamento.
  • Objetivo é fortalecer a categoria, promover ética jornalística e assegurar direitos trabalhistas e sociais dos profissionais de imprensa.
  • Processo deve ser analisado nos próximos meses, em meio a debates sobre liberdade de imprensa.

A Associação Mineira de Imprensa (AMI), entidade que representa jornalistas de Minas Gerais, enfrenta uma ação judicial para sua reativação. O movimento é movido por profissionais que buscam resgatar a história e a relevância da AMI, abandonada há 11 anos e atualmente inativa.

Jornalistas autores do manifesto defendem que a AMI é fundamental para fortalecer a categoria, promover a ética jornalística e assegurar direitos trabalhistas e sociais aos profissionais de imprensa. A sede fica na Rua da Bahia, em Belo Horizonte, e está fechada. O objetivo é permitir a retomada das atividades da entidade.

O grupo soma 1.226 assinaturas até o momento, indicando apoio de profissionais e simpatizantes. A iniciativa pretende ampliar o debate sobre liberdade de imprensa e valorização dos profissionais de comunicação, diante dos desafios atuais enfrentados pela categoria.

Movimento e contexto

A ação judicial mira justamente a reativação da AMI, visando restabelecer a atuação da entidade no estado. Os autores destacam o papel histórico da instituição na imprensa mineira e a necessidade de um órgão representativo ativo para a defesa de interesses e da ética profissional.

A expectativa é que o processo tenha desdobramentos nos próximos meses. A reportagem busca acompanhar o andamento judicial e as decisões que possam influenciar a representatividade dos jornalistas mineiros.

Fonte: Isabela Abalen, O Tempo

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