- Rita Ephrem, conhecida como Ritinha, morreu aos 31 anos na quinta-feira, dia 26, após enfrentar uma doença ultrarrara.
- Ela também lidava com imunodeficiência comum variável, que dificulta a produção de anticorpos e a resposta a infecções e vacinas.
- Nascida em Belo Horizonte, mudou-se para o Líbano e recebeu o diagnóstico da síndrome ultrarrara aos 25 anos; lutava há mais de 20 anos com doença autoinflamatória.
- Ritinha ganhou seguidores ao compartilhar tratamentos nas redes sociais, alcançando mais de trezentos mil fãs.
- Nos últimos anos, passou longos períodos internada e enfrentou ao menos sete AVCs, dezenas de tromboses, infecções generalizadas, mais de vinte intubações e cinco paradas cardíacas.
Rita Ephrem, conhecida como Ritinha, morreu na quinta-feira (26) aos 31 anos, após uma longa luta contra uma doença ultrarrara. A causa da morte está relacionada ao agravamento de quadros de saúde vinculados à enfermidade.
Além da doença ultrarrara, a influencer enfrentava imunodeficiência comum variável, condição que compromete a produção de anticorpos e dificulta a resposta a infecções e vacinas.
Ritinha era natural de Belo Horizonte (MG) e se mudou para o Líbano, terra natal dos pais, ainda na infância. O diagnóstico da síndrome ultrarrara ocorreu aos 25 anos, após anos de uma doença autoinflamatória.
Quem era Ritinha
A jovem ganhou visibilidade ao compartilhar tratamentos e experiências de saúde nas redes sociais, acumulando mais de 300 mil seguidores. Sua trajetória ganhou atenção pela resistência diante das dificuldades.
Nos anos recentes, a influenciadora passou longos períodos internada. O perfil de saúde revelou histórico de ao menos sete AVCs, dezenas de tromboses, infecções generalizadas, mais de 20 intubações e cinco paradas cardíacas.
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