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Polícia Civil prende suspeito de matar policial do Bope no Rio após 9 meses

Polícia Civil prende suspeito de homicídio de policial do Bope no Rio após nove meses; localizado em hospital na zona norte, com dois mandados cumpridos

Diego Carneiro Gomes era procurado pela Justiça, sob suspeita de matar um policial do Bope após uma briga de trânsito em Bangu (RJ).
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  • A Polícia Civil prendeu Diego Carneiro Gomes, 35 anos, suspeito de envolvimento na morte do policial do Bope Otávio de Almeida Justa, 47 anos, ocorrida há cerca de nove meses no Rio de Janeiro.
  • A prisão ocorreu no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na zona norte da capital, onde o suspeito está internado em estado grave após ter sido baleado; as circunstâncias do ferimento não foram divulgadas.
  • O crime aconteceu em junho de 2025, no bairro de Bangu, na zona oeste, após uma discussão no trânsito; o policial, que estava de folga, foi atingido no abdômen e morreu.
  • A polícia informou que o suspeito já era monitorado pelo setor de inteligência, que localizou a sua posição recentemente.
  • Foram cumpridos dois mandados de prisão, um preventivo e outro temporário, ambos relacionados ao crime de homicídio qualificado.

A Polícia Civil prendeu na sexta-feira (27) Diego Carneiro Gomes, de 35 anos, suspeito de participação na morte do policial do Bope Otávio de Almeida Justa, de 47 anos. O crime ocorreu há cerca de nove meses, no Rio de Janeiro, durante uma interrupção de trânsito.

Segundo as investigações, o desentendimento aconteceu em junho de 2025, no bairro de Bangu, na zona oeste da cidade. Otávio, que estava de folga, foi baleado na região abdominal e não resistiu aos ferimentos após ser socorrido para um hospital da área.

A localização do investigado foi identificada por meio de trabalho de inteligência. Ele foi localizado no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na zona norte, onde permanece internado em estado grave após ter recebido tiros. A polícia informou que foram cumpridos dois mandados de prisão, preventivo e temporário, ligados ao crime de homicídio qualificado.

Prisão e próximos passos

A autoridade policial destacou que o caso segue sob investigação, com a coleta de provas e o andamento de diligências para esclarecer as circunstâncias do homicídio e a participação de outras pessoas. As circunstâncias do ferimento do suspeito não foram detalhadas pela corporação.

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