- A Polícia Civil do Paraná prendeu, na sexta-feira (27), Jaqueline, suspeita de matar o marido em Cafelândia, região rural do Paraná.
- A morte deixou de ser tratada como acidental e passou a ser investigação de homicídio, com a motivação apontada como briga pelo funcionamento do roteador de internet.
- O filho do casal, menor de idade, foi a única testemunha do crime e relatou aos familiares que a mãe havia atirado no pai; o depoimento dele foi mediado pelo conselho tutelar.
- A perícia identificou que não houve tiro em ponto de contato ou a curta distância, indicando que a vítima não poderia ter efetuado o disparo.
- Jaqueline foi indiciada por homicídio qualificado por motivo fútil e teve a prisão preventiva decretada; também foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu na última sexta-feira (27) uma mulher suspeita de homicídio em Cafelândia, região rural do estado. A suspeita é Jaqueline. O crime teria ocorrido após uma briga sobre o roteador de Wi-Fi.
Segundo as investigações, o marido foi atendido no hospital, mas não resistiu. A prisão ocorreu após cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra Jaqueline.
O filho do casal, menor de idade, foi a testemunha do disparo. Ele pediu ajuda a familiares logo após o ocorrido. A perícia confirmou ausência de tiro em distância curta e não apontou autuação do marido pelo disparo.
A polícia informou que moradores relatam brigas frequentes entre o casal e apontaram Jaqueline como agressiva. O episódio do dia considerado motivou a ação, já que o roteador teria quebrado e a mulher teria solicitado que o marido consertasse.
Jaqueline foi indiciada por homicídio qualificado por motivo fútil e permanece presa preventivamente, conforme decisão da PCPR. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
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