- Adolescente de quinze anos foi apreendido em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, suspeito de atirar no rosto de uma jovem de dezesseis anos, em seis de fevereiro.
- A vítima perdeu a visão de um olho e precisou passar por cirurgia de reconstrução da mandíbula; caso é registrado pela Polícia Civil de Pernambuco como ato infracional análogo à tentativa de feminicídio.
- A apreensão ocorreu na sexta-feira anterior à divulgação, oitava-feira (27), pela 11ª Delegacia de Homicídios.
- A delegada responsável, Gabriela Susin, disse que o adolescente demonstrou frieza durante o interrogatório e negou o crime, alegando que outra pessoa teria invadido o local; testemunhas confirmaram que apenas cinco pessoas estavam na casa no momento.
- O jovem já respondia por ato infracional análogo a roubo e foi encaminhado ao sistema socioeducativo; a vítima continua em recuperação em casa.
O adolescente de 15 anos foi apreendido após atirar no rosto de uma jovem de 16 anos em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. O crime ocorreu em 6 de fevereiro, no bairro Jardim Muribeca. A vítima sofreu perda de visão em um olho e passou por cirurgia para reconstrução da mandíbula.
Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, o caso é investigado como ato infracional análogo à tentativa de feminicídio. A apuração aponta que o jovem e a vítima mantinham um relacionamento informal, com idas e vindas.
A vítima permanece em casa, em recuperação, sem ainda ter prestado depoimento. O adolescente foi localizado com a arma logo após o disparo e encaminhado ao sistema socioeducativo. Ele já respondiam por ato infracional análogo a roubo.
Investigação e versão do suspeito
A delegada Gabriela Susin afirmou que o jovem demonstrou frieza ao ser ouvido e negou o crime, alegando que outra pessoa teria invadido o local. Testemunhas, porém, sustentaram que apenas cinco pessoas estavam na casa no momento.
O caso continua em andamento, com a Polícia Civil investigando a dinâmica do ocorrido e buscando esclarecer a autoria. Não há informações públicas sobre envolvimento de familiares na encobertação.
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