- A edição de dezembro de 2002 da Superinteressante foi a mais vendida, com 184.299 exemplares.
- A capa “A verdadeira história de Jesus” provocou o alto desempenho de vendas, explorando o Jesus histórico.
- O sucesso gerou uma sequência de capas sobre religião nos anos seguintes.
- Religão é o tema mais bem-sucedido entre os leitores, com 20 de 31 capas acima da média anual.
- A última capa sobre religião saiu em 2017 (Maria Madalena); desde 1999, apenas duas capas sobre maconha, sendo a mais recente em 2014.
Descobrir qual edição da Superinteressante foi a mais vendida envolveu uma mobilização interna da redação. O objetivo foi oferecer dados precisos sobre o recorde de vendas e seus desdobramentos editoriais. A matéria aponta que a edição de dezembro de 2002 alcançou o pico de tiragem.
Segundo o levantamento, a edição mais vendida chegou a 184.299 exemplares. A capa trazia o título A verdadeira história de Jesus, explorando o Jesus histórico. O título chamou a atenção de leitores e influenciou o rumo da linha editorial nos anos seguintes.
O alcance do tema religioso abriu espaço para uma série de capas sobre religião nos anos seguintes. A equipe observou um padrão: temas religiosos passaram a figurar com maior frequência nas capas durante a década. Dados internos apontam que o tema manteve desempenho superior na venda.
Desempenho da edição recorde
A matéria aponta que, ao longo dos anos, 20 das 31 capas sobre religião ficaram acima da média de vendas anual. Em dias recentes, houve registro de mensagens de leitores que associam a linha editorial à religião com frequência.
Tendência de capas religiosas
Entre os impactos históricos, houve um aumento de capas com religiosidade após 2002, conforme registro da redação da época. No entanto, a divulgação de novos títulos sobre o tema diminuiu com o tempo, voltando a padrões anteriores.
Panorama recente
A publicação atual indica que a última capa de religião foi em 2017, com mitos envolvendo Maria Madalena. Em relação a outros temas, apenas duas capas sobre maconha foram publicadas desde 1999, sendo a mais recente em 2014 sobre usos medicinais.
Fontes internas da revista indicam que a edição de 2002 permanece como referência para entender o comportamento de leitura do público. O material utilizado para o levantamento foi produzido pela equipe da Superinteressante.
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