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Bebê é retirado de voo após suspeita; motivo divide opiniões

Caso divide opiniões sobre protocolos de segurança da Allegiant após retirada de bebê suspeita de febre antes da decolagem entre Punta Gorda e Indianápolis

Casal é impedido de voar após companhia aérea abordá-los pelo choro e aparência do bebê — Foto: Reprodução/redes sociais
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  • Casal foi retirado de um voo da Allegiant nos EUA, antes da decolagem de Punta Gorda (Flórida) para Indianápolis, sob suspeita de febre na bebê.
  • A bebê Ellie chorou ao se acomodar; a mãe, enfermeira, disse que a vermelhidão no rosto era por pele sensível e que houve dificuldade em regular a temperatura, sem medição feita.
  • Os responsáveis orientaram que a criança não viajasse, com a ameaça de acionar a polícia se o grupo não obedecesse.
  • A Allegiant afirmou que a decisão seguiu protocolos de segurança, que permitem consultar serviço médico especializado antes da decolagem quando há suspeita de problema de saúde em bebês.
  • A família embarcou em outro voo cerca de 12 horas depois; recebeu benefícios da empresa, mas afirma que não pretende voltar a viajar com a Allegiant; o caso reacende debate sobre protocolos em viagens com crianças pequenas.

O casal foi retirado de um voo nos Estados Unidos após a equipe da Allegiant suspeitar que a bebê apresentava febre. O embarque era para seguir de Punta Gorda, na Flórida, a Indianápolis, antes da decolagem. A decisão ocorreu durante os procedimentos de saída da aeronave, sem confirmação clínica.

A mãe, Sydney Tash, disse à Newsweek que a filha Ellie chorou ao se acomodar, mas logo se acalmou. Ela afirma que a vermelhidão no rosto se deve à pele sensível e ao congelamento de temperatura, não a febre. Segundo a mãe, não houve avaliação médica na ocasião.

Foi informado à família que a criança não poderia viajar no momento, por considerar-se que ela poderia estar doente. Os pais receberam a orientação de deixar o avião sob ameaça de acionamento policial caso desrespeitassem a instrução.

Autorização e protocolo da companhia

A Allegiant afirmou, à Newsweek, que a decisão seguiu procedimentos de segurança padrão. A empresa explicou que, em casos envolvendo bebês, a tripulação pode consultar um serviço médico antes da decolagem. Com base nisso, recomendou-se que a menina não viajasse.

Repercussão online e desdobramentos

O episódio ganhou alta visibilidade nas redes sociais, com debates sobre protocolos de segurança em viagens com crianças pequenas. Enquanto parte dos usuários apoiou a família, outra parte ressaltou a necessidade de precauções.

Após cerca de 12 horas, a família conseguiu embarcar em outro voo. A mãe informou que recebeu alguns benefícios da companhia, como prioridade no embarque, porém não pretende voltar a voar com a Allegiant.

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