- A Medalha Dickin, criada em 1943 pela fundadora do PDSA, recompensa animais que atuaram com bravura em guerras e missões de segurança, com a inscrição “For Gallantry / We Also Serve”.
- Winkie (pomba, 1943) foi a primeira ganhadora, sobrevivendo ao naufrágio de um bombardeiro e voando de volta à base para facilitar o resgate.
- Beauty (fox terrier, 1945) é considerado o primeiro cão de resgate do mundo, ajudando a encontrar sobreviventes entre escombros.
- Reckless (équia, 2016, postumamente) transportou munição sob fogo na Guerra da Coreia, completando 51 viagens em um único dia.
- Rob (collie, 1945) serviu com o SAS britânico, realizando mais de vinte saltos de paraquedas para manter soldados protegidos atrás das linhas.
A Medalha Dickin, honraria britânica criada em 1943, reconhece animais que atuaram com bravura em guerras e operações de segurança. Seu objetivo é premiar feitos excepcionais além dos reconhecidos aos humanos.
A Medalha foi idealizada pela médica veterinária Maria Dickin, fundadora do PDSA, instituição que oferece serviços veterinários gratuitos. A ideia era valorizar o papel dos animais na guerra.
A inscrição na medalha diz “For Gallantry / We Also Serve”. Ao longo das décadas, mais de 70 animais já foram condecorados por façanhas memoráveis em conflitos e missões.
Vencedores notáveis
Winkie – pomba, 1943: a primeira sobrevivente da medalha, voou de volta à base após o naufrágio de um bombardeiro, ajudando no resgate da tripulação.
Beauty – fox terrier, 1945: pioneira em resgate, cavava escombros para encontrar sobreviventes e passou a integrar a equipe de salvamento.
Simon – gato, 1949: único felino condecorado, controlou uma infestação de ratos a bordo do HMS Amethyst, após bombardeio durante a Guerra Civil Chinesa.
Gander – cão, 2000 (postumamente): serviu no Canadá e afastou avanços inimigos, carregando uma granada viva longe de soldados feridos, salvando vidas.
Reckless – égua, 2016 (postumamente): na Guerra da Coreia, transportou munição sob fogo, realizou 51 viagens em um único dia para sustentar a atuação dos fuzileiros.
Rob – collie, 1945: realizou mais de 20 saltos de paraquedas com o SAS, ajudando a manter soldados protegidos atrás das linhas.
Mali – cão pastor belga Malinois, 2017 (postumamente): atuando no Afeganistão, indicou combatentes inimigos durante ataque de 8 horas, mesmo ferido várias vezes.
Apollo – cão da polícia de Nova York, 2002: chegou ao World Trade Center 15 minutos após os ataques, homenageando os cães de resgate que atuaram no local.
Sam – cão pastor alemão, 2003: derrubou um homem armado e conteve manifestantes na Bósnia em 1998, integrando o Corpo Veterinário do Exército Canadense.
Theo – cão de busca, 2012 (postumamente): serviu no Afeganistão; seu condutor, o cabo Liam Tasker, morreu no combate, e Theo faleceu pouco depois.
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