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Pintora Celeste Dupuy-Spencer, que usou a arte pela justiça, morre aos 46

Pintora militante, Dupuy-Spencer abordou racismo e política em sua arte; morte aos 46 em Los Angeles amplia debate sobre obras e ativismo

Celeste Dupuy-Spencer, Self Portrait in the Dark (detail), 2024.
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  • Celeste Dupuy-Spencer, pintora conhecida por obras sobre racismo e lutas sociais, morreu aos 46 anos em sua casa, em Los Angeles, na sexta-feira; a causa não foi informada pela galeria Jeffrey Deitch, que anunciou o óbito no sábado.
  • A artista foi destaque em importantes janelas de visibilidade da pintura contemporânea, com participação na Whitney Biennial de 2017 e no Made in L.A. bienal de 2018.
  • Entre seus trabalhos mais marcantes estão referências a protestos e aos conflitos sociais, como a pintura Don’t You See That I Am Burning (2021), que aborda a insurreição de 6 de janeiro nos Estados Unidos.
  • Dupuy-Spencer também produziu obras politicamente carregadas, manteve uma relação estreita com a figura humana e o espaço pictórico, e explorou temas de classe e identidade em vários contextos americanos.
  • Nos últimos anos, a artista apoiou publicamente a causa palestina, gerando controvérsias e críticas de grupos judaicos; em 2024 divulgou obras que abordam esse tema de forma contundente.

Celeste Dupuy-Spencer, pintora cujas obras abordaram racismo e conflitos nos Estados Unidos, morreu em casa, em Los Angeles, nesta sexta-feira aos 46 anos. A família confirmou a morte na manhã de sábado, sem indicar a causa. A galeria Jeffrey Deitch anunciaria uma mostra sua na cidade na próxima semana.

Ao longo de sua produção, Dupuy-Spencer retratou protestos, afetos e questões sociais. Entre as obras de destaque está Don’t You See That I Am Burning, de 2021, que aborda a insurreição de 6 de janeiro. A pintura emprega uma cena aglomerada de pessoas com armas e bandeiras, com Freud aparecendo entre a multidão.

Carreira e obras marcantes

Nascida em Nova York, em 1979, cresceu em Rhinebeck, upstate. Iniciou estudos em Bard College, não concluiu o curso, mas começou a ganhar visibilidade em galerias de Nova York e Los Angeles, como Invisible-Exports e Ohwow. Participou da Bienal de Whitney em 2017 e da Made in L.A. em 2018.

Mudou-se para Los Angeles em 2014. Em obras como Veterans Day (2016) e Eve (2018), explorou temas de memória, política e empatia humana. Em anos recentes, apoiou publicamente a causa palestina, o que gerou controvérsias entre alguns grupos.

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